O WRC entra na sua segunda metade da temporada de 2026 com a realização do histórico Rali Acrópole, na Grécia, entre 25 e 28 de junho. A oitava ronda do calendário fica marcada por uma lista de inscritos recorde na presente época, alinhando um total de 12 viaturas da categoria principal Rally1 nos exigentes troços de gravilha helénicos.
Nova base em Loutraki e parque fechado flutuante
Após várias edições sediado em Lamia, o Rali Acrópole muda a sua base operacional para Loutraki, regressando a uma localização que já não utilizava desde 2015. A alteração geográfica acompanha uma das soluções logísticas mais invulgares do ano: um “parque fechado flutuante”.
Na noite de quinta-feira, após a superespecial de abertura em Atenas, os carros vão embarcar num ferry no Porto de Corinto rumo a Itea.
O navio servirá como parque fechado oficial, oferecendo às tripulações a opção de pernoitarem a bordo.
Esta mítica prova helénica inaugura uma sequência inédita de sete ralis consecutivos em terra batida, cobrindo toda a segunda metade do campeonato.
Reconhecido como o evento europeu mais duro do calendário, o Acrópole caracteriza-se por estradas rochosas e sinuosas que, combinadas com temperaturas a rondar os 40°C, colocam a fiabilidade mecânica à prova.
Construtores reforçam plantéis na liderança do campeonato
A Toyota Gazoo Racing, que lidera as tabelas de pilotos, copilotos e construtores, apresenta-se na máxima força com cinco viaturas GR Yaris Rally1. O contingente inclui o líder do mundial Elfyn Evans, o regressado campeão Sébastien Ogier e o jovem Sami Pajari.
A Hyundai Shell Mobis alinha com três i20 N Rally1, convocando o veterano Dani Sordo para correr ao lado de Thierry Neuville e Adrien Fourmaux.
Por sua vez, a M-Sport Ford eleva a sua representação para quatro Puma Rally1, integrando o piloto privado local Jourdan Serderidis.
Na categoria WRC2, a competitividade está igualmente assegurada com 29 tripulações inscritas em representação de seis marcas.










