Guenther Steiner, diretor da Haas, disse, recentemente, que, apesar de querer ter um piloto norte americano na equipa, tal não era possível, nesta altura, por falta de qualidade.
“Um americano estará no topo da nossa lista, se tivermos um bom piloto. Obviamente, queremos um. Mas, talvez, se houver um realmente bom, ele venha até nós. Ter um piloto americano que não consiga competir a este nível não seria bom. Assinar com um piloto americano é uma ambição, mas, neste momento, não há ninguém pronto para a Fórmula 1 nos Estados Unidos, na minha opinião”, disse Steiner, o que está a causar muita polémica.
Sebastien Bourdais, antigo piloto da Fórmula 1, pela Toro Rosso, em 2008 e 2009, e, atualmente, nos Estados Unidos na IndyCar, mostrou-se solidário com os pilotos norte-americanos.
“Claramente não existiu nenhuma consideração. Eles [F1] vivem dentro da sua bolha, na sua ilha pequena. Ou jogas o jogo deles, ou nem és considerado. Percebo perfeitamente os pilotos americanos, porque isso não é justo, mas desde quando é a F1 justa? Nunca. Não podemos negar que o topo dos desportos motorizados é a F1, e não se pode culpar ninguém por querer tentar a sorte na competição”, disse o francês ao site da IndyCar.








