F1, Sergey Sirotkin: “Vou fazer tudo o que sou capaz, e isso será suficiente”

Por a 20 Janeiro 2018 14:17

Sergey Sirotkin levou a melhor sobre Robert Kubica e vai ser o segundo piloto da Williams, como companheiro de Lance Stroll para a temporada 2018. A dupla será a mais jovem da Fórmula 1. O russo, de 22 anos, está ciente das dificuldades, mas entende que a falta de um conhecimento maior da F1 não será um problema para o ano de estreia.

“Eu sei que o me espera na F1. Vou fazer tudo o que sou capaz, e isso será suficiente. Definitivamente, não é uma vantagem não conhecer alguns dos circuitos, mas há quatro horas de treinos livres. Como tal, acho que não será um problema, também devido a todo o trabalho que será feito no simulador”, completou o piloto à TASS.

Sirotkin será o terceiro piloto russo da história da F1, depois de Vitaly Petrov e Daniil Kvyat, tendo escolhido o número 35.

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3 comentários

  1. Frenando_Afondo™

    20 Janeiro, 2018 at 18:02

    O Stroll riu-se. A F1 soltou uma gargalhada.

  2. Speedway

    21 Janeiro, 2018 at 15:24

    Logicamente que o Sirotkin é muito melhor piloto que o “limitado” Kubica.
    Aliás o papel de piloto de reserva do polaco só pode ser mesmo explicado pelo muito dinheiro que ele parece trazer consigo. Porque de outra maneira racionalmente não faz sentido. Por muita simpatia que humanamente se sinta por ele como é evidente.
    Agora uma equipa com a história da Williams estar neste estado lamentável de ter de recorrer a pilotos carregados de malas cheias de dinheiro é que é realmente triste.

    • Frenando_Afondo™

      21 Janeiro, 2018 at 21:40

      É um faca de dois “legumes”, ou deixas entrar pilotos novos com muito dinheiro para teres mais liquidez para desenvolver o carro ou contratas bons pilotos mas tens menos liquidez para desenvolver o carro…

      A Williams primeiro tem de estabilizar financeiramente, conseguindo ter outras fontes de rendimento para além dos patrocínios. Até lá tem de se submeter e manter-se em lugares que permitam continuar a chamar a atenção de mais patrocinadores.

      A diferença para as equipas com maior orçamento, é que eles não podem estar constantemente a experimentar todas as ideias até acertar numa, têm de escolher umas quantas e seguir um caminho. As grandes podem gastar rios de dinheiro a experimentar todo o tipo de ideias no CFD e no simulador e depois das melhores seguir a fase seguinte do túnel de vento e dos testes em pista.

      É a F1 caríssima que temos.

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