O diretor comercial da Fórmula 1, Sean Bratches, disse que quer aproximar todas as equipas, mas não uniformizá-las. Esta questão nasce da atual falta de equilíbrio da F1. Após a proposta de um novo motor mais atraente aos fãs, a Liberty espera implementar um corte nos gastos das equipas.
“Se olharmos para os desportos mais bem sucedidos do mundo, há uma distribuição de capital mais equitativa, o que cria uma competição melhor e que envolve os fãs e insere um grau de imprevisibilidade. Hoje, na Fórmula 1, há muito pouco grau de imprevisibilidade. É quase certo quem vai estar no pódio e quem vai ganhar. Não estamos a tentar criar uma circunstância em que todos devem ter o mesmo motor ou a mesma pintura. Não é o que queremos, mas levar as equipas mais fracas para frente e aproximar um pouco as coisas seria bom”.









