F1: Russos defendem Nikita Mazepin
Para os lados da Rússia já se percebeu que o caso de Nikita Mazepin está a tomar proporções graves e por isso defendem o seu jovem piloto.
Depois do vídeo publicado e retirado, da onda de críticas nas redes sociais, do comunicado muito ‘zangado’ da Haas F1 e do pedido de desculpas público do piloto, a mulher do vídeo já veio a público dizer que é uma “boa amiga” do piloto, “e nada daquele vídeo era sério. Posso dar a minha palavra de que ele é uma pessoa realmente boa e que nunca faria nada para me magoar ou humilhar”, disse.
Também Igor Ermilin, antigo conselheiro presidencial da federação de automobilismo russa, interveio: “Hoje, os pilotos de Fórmula 1 são castrados, devido à sua comunicação com a imprensa, empresas, patrocinadores, já não são ‘eles próprios’. Um piloto de Fórmula 1 é uma pessoa normal que enfrenta consequências em cada espirro. Todos sabem que coisas semelhantes acontecem na vida pessoal de muitos. Temos de dar aos envolvidos no desporto a oportunidade de permanecerem humanos”, disse à Sport-Express.
Mazepin foi também defendido por Oksana Kosachenko, antiga manager de Vitaly Petrov: “Tudo o que tinha de ser feito, Nikita fez”, disse ela. “Ele pediu desculpa e penso que já chega. Não me parece que por causa de um segundo e meio de filmagens, isto se torne na maior história de pesadelo de todos os tempos e tudo lhe deve ser tirado agora. As suas palavras deixaram absolutamente claro que ele tirou todas as conclusões – nomeadamente, que como piloto de Fórmula 1 está sob escrutínio mais apertado tanto pelos meios de comunicação social como pelos inimigos no paddock”, disse Kosachenko.
Na verdade, é um pouco de tudo. São jovens, por vezes cometem erros, mas a questão aqui é que tendo em conta o nível a que já chegou, já alguém lhe deveria ter dito para ter cuidado, por causa do tal escrutínio. Assim, aprendeu à ‘força’. Ou pelo menos espera-se que tenha aprendido. Como diz Oksana Kosachenko, não faz grande sentido que por um erro deste calibre o jovem seja totalmente arrasado. Basicamente, nem tanto ou mar, nem tanto à terra…
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Pity
10 Dezembro, 2020 at 9:56
Só falta vir o Putin defender o Mazepin (até rimei 🙂 ) Não transformem este, pouco edificante, episódio num folhetim.
jose melo
10 Dezembro, 2020 at 11:16
É verdade. Mas para acabar o folhetim falta a decisão da Haas, que disseram irem discutir o assunto. Qualquer que seja a decisão que tomem, em princípio poderá acabar com o que se está a passar. Até lá, é provável que continue e por isso mesmo já deviam dizer algo mais para não alimentar o caso. Sendo certo que na minha opinião, tal não irá acontecer, exceto se a decisão for alguma coisa do género: falamos longamente com o piloto, ficou tudo esclarecido relativamente ao que é admissível dentro e fora das pistas, e seguramente não voltará a acontecer. Qualquer coisa distinta (mais ou menos) fará continuar a discussão. Para além disso a Haas não sei até que ponto pode abdicar dos falados 30 milhões.
Pity
10 Dezembro, 2020 at 11:45
Quanto aos 30 milhões, segundo afirmou Grosjean quando se soube da dispensa dos dois pilotos, foi mesmo a necessidade de dinheiro que levou a essa decisão, pelo que, por esse lado, o russo está garantido.
Quanto à decisão da Haas, segue o exemplo da FIA e faz um acordo secreto com o piloto 🙂
bravojohny
10 Dezembro, 2020 at 11:31
Mais um “terrorista” a chegar à F1 para armar confusão nas largadas e paddock. Com a anunciada saída do Kvyat é caso para dizer: “pior a emenda que o soneto”.
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10 Dezembro, 2020 at 12:40
O que diriam de James Hunt e Barry Sheene?
Fast Turtle
10 Dezembro, 2020 at 13:57
Mas qual decisão vão apoiar??
Dão lhe um puxão de orelhas e tiram lhe o tlmvl durante quinze dias??
Não se vai passar nada.
Scb
10 Dezembro, 2020 at 14:17
E fica sem sobremesa
Lagafe
10 Dezembro, 2020 at 14:17
Neste caso os russos tem toda a razão. São dois jovens que andaram na palhaçada e fizerama burrada de partilhar com o resto do mundo.