F1: Ross Brawn não coloca de parte regresso à Fórmula 1

Por a 27 Outubro 2016 09:27

Nas bocas do mundo depois de terem sido publicados alguns excertos do seu novo livro com Adam Parr, atribuindo ao trio Toto Wolff, Niki Lauda e Paddy Lowe a responsabilidade pela sua saída da Mercedes, fala-se agora que Ross Brawn poderá regressar à Fórmula 1 pelo lado da McLaren, num momento em que Ron Dennis tem a cabeça a ‘prémio’.

Citado pelo “Bild” alemão, Brawn, de 61 anos, não coloca a hipótese de regressar ao desporto que o tornou famoso:

“Sinto falta de algumas partes da vida da Fórmula 1. O trabalho em equipa, o espírito e o desenvolvimento de uma equipa e do carro. Regressar? Nunca digas nunca”, concluiu o obreiro dos títulos de Michael Schumacher na Benetton e Ferrari, e do campeonato conquistado por Jenson Button em 2009, embora o rumor McLaren tenha entrentado ido bater a uma personalidade totalmente distinta, o norte-americano Zak Brown.

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5 comentários

  1. João Pereira

    27 Outubro, 2016 at 11:23

    Provavelmente Brawn terá também que atribuir ao trio Toto Wolff, Niki Lauda e Paddy Lowe o início de uma época em que a Mercedes passou a ser a melhor com o seu motor, mas também a melhor de todas as equipas em pista durante 3 anos, ou terá sido por acaso?
    Não digo que Brawn seja mau como director de equipa, mas que na Mercedes foi “marreta” ao tentar aplicar a formula Schumacher por si e todos (incluindo a FIA) por Schumacher, uma formula já fora de prazo, disso não tenho dúvidas. Quanto ao ano Brawn, só teve que aplicar o melhor motor ao chassis que a Honda gentilmente lhe ofereceu, e juntar o duplo extractor da defunta Super Aguri (equipa B da Honda), que lhe proporcionou uma fantástica primeira metade da época, que lhe permitiu aguentar a recuperação da concorrência.
    Sinceramente não gosto de Ecclestone nem de Dennis, mas concordo com o primeiro quando diz que a Mclaren faz mal em trocar Dennis, principalmente se for por este senhor que costuma ser bem sucedido apenas em circunstancias muito especiais. Lucky Bastard!…

    • Frenando_Afondo™

      27 Outubro, 2016 at 17:04

      É claro que o sucesso da Mercedes é também mérito da Mercedes, pelo excelente motor que fizeram. Mas Brawn também tem mérito. Mério em ter feito o Brawn de 2009, que foi trabalho também dele na Honda. Não foi só a Honda que cedeu o seu chassi… Brawn era parte da equipa técnica desde finais de 2007, logo também é mérito dele.

      Concordo que o regresso de schumacher foi algo estúpido, quase um saudosismo dele e dos “tempos dourados”. mas temos de ver que Brawn também tem mérito em ter conseguido trazer Hamilton, numa altura em que a Mercedes era apenas a 5º melhor equipa no mundial (2012). Isto foi admitido pelo próprio Hamilton, que diz que começou a pensar mudar-se para a Mercedes após uma reunião com Ross Brawn a meio da temporada 2012.

      Depois temos de ver a sua carreira, bem, granda sortudo! Acertou na Benetton, na Ferrari, Na Brawn e também na Mercedes! Porra… Quer dizer, a cada mudança o gajo sabia, dois anos antes que ia ser campeão?? Porque vejamos, entrou na Benetton em 92, foi campeão em 95 (e deu dois titulos ao Schumacher em 94 e 95), depois muda-se a para Ferrari em 97, foi campeão em 99 a 2004. Depois muda-se para a Honda no final de 2007, foi campeão com a Brawn (antiga Honda) em 2009. E por esta ultima equipa torna-se Mercedes em 2010, sendo campeã em 2014-16 (e obtendo já em 2013 o segundo lugar no campeonato de construtores (ainda sobre o comando directo de Brawn).

      Ok, percebo que não goste do homem, eu pessoalmente também não vou muito à bola com ele, mas há que recohecer que alguma coisa ele deve estar a fazer bem nas equipas por onde passa, porque elas tornam-se campeãs… É certo que não é culpa TODA DELE… É um esforço conjunto, mas ele como director técnico de todas elas, algo deve ter feito bem, pelo que expliquei acima.

      • João Pereira

        31 Outubro, 2016 at 12:58

        Sortudo? Rory Byrne foi quem desenhou os Beneton e depois os Ferrari equipas dirigidas por dois grandes manhosos: Briattore e Todt, com um piloto que só devia ter sido campeão 5 vezes no máximo… E para concluir, todos muito protegidos por uma FIA dirigida por Max Mosley, que fechou os olhos a todas as irregularidades cometidas por essas equipas e seu piloto.
        Quanto a Hamlton (não sei bem se foi ele que teve a ideía), ir uma equipa com o nome Mercedes, que estava ali para VENCER aA CURTO PRAZO, numa altura em que a Mclaren estava em declínio apesar de ainda ter o melhor motor, e sendo sabido que até isso ia deixar de ter, não deve ter sido difícil de convencer, afinal, aos cães é que é preciso assobiar para irem comer e são só alguns.
        Também andam aí umas bocas que ele poderia vir a ser um consultor para os regulamentos. Talvez fosse boa ideia, mas não para novas regras, apenas para limitar o espaço para desvios, porque a inventar maneiras de contornar regras, era ele bom, e até a passar-lhes por cima, parecia um campeão de salto em altura, por isso talvez fosse bom para tapar buracos nos regulamentos antes de alguém ter ideias.
        E não, não gosto dele, nem de Briattore, Todt, Schumacher e Mosley. Quanto à Ferrari, gosto deles bem competitivos, porque assim dá mais gozo ver os outros (seja quem for) a vencer no braço. Sinceramente não gosto nada de ver a Ferrari na situação actual, não gosto de ver aquela malta cabisbaixa e desanimada.

  2. Frenando_Afondo™

    27 Outubro, 2016 at 17:11

    Acho que é mesmo uma pessoa como ele que a Mclaren precisa, alguém que tenha a experiência em equipas de topo e aquela mão de ferro no comando da equipa, que acho que é o que falta no Eric Boullier.

    E por mais que gostasse que continuasse Ron Dennis, algum dia ele vai ter de ir para a reforma, é inevitável e a Mclaren precisa de sair deste buraco competitivo e já.

  3. malhaxuxas

    27 Outubro, 2016 at 18:56

    Alguém se lembra de Tom Walkinshaw? E os seus Rover 3500 patrocinados pela Bastos? Grandes lutas com os Volvos.
    Pois se não estou em erro, foi ele que trouxe este senhor Brawn para a F1, para a Arrows. Depois passaram para a Benetton.
    Foi assim não foi?
    Também liderou a Jaguar naquilo que hoje se chama WEC. Patrocínio, Silk Cut.
    Só tabaco!!!
    Mas tabaco que eu achava “super” pela imagem irreverente e que se não me engano seria americana, era a Skoal Bandit, patrocinando a March.
    Quanto tempo!

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