F1, Ross Brawn: “Estou preocupado que (a Mercedes) possa ficar ainda mais forte”
Ross Brawn, o novo Diretor Desportivo da Fórmula 1, está receoso que Mercedes possa regressar em 2018 ao domínio que exerceu entre 2014 e 2016, anos em que dominou quase por completo o Mundial de F1, com os dois únicos candidatos ao título a serem os dois pilotos da equipa. Isso este ano já não foi assim, mas muito porque a Mercedes desenvolveu um carro com alguns problemas, como ficou claro logo nos testes de inverno, e apesar de nunca ter deixado de ser o melhor em termos globais, permitiu que a Ferrari desse uma luta bem diferente este ano, e só os erros próprios dos homens da Scuderia impediram que a luta fosse levada até ao fim. Possivelmente, o desfecho teria sido o mesmo, não sabemos, mas a verdade é que não foi pela competitividade do carro que a Ferrari perdeu.
Mas agora, Ross Brawn, teme que o domínio regresse: “A Mercedes tem um ótimo grupo de pessoas, mas estou um pouco preocupado que possam ficar ainda mais fortes. Tiveram mudanças na equipa técnica, saiu o Paddy Lowe e entrou o James Allison, precisamente a meio de uma grande mudança regulamentar e isso nunca é fácil. Eles admitiram que o seu carro este ano foi um pouco como uma ‘diva’ e eu suspeito fortemente que não será o caso do próximo ano. Por isso, eu só vejo – infelizmente – uma continuação do ‘rolo compressor’, mas espero estar errado!”
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O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
6 Dezembro, 2017 at 17:54
“…a verdade é que não foi pela competitividade do carro que a Ferrari perdeu.”
Até o Ross Brawn viu que este ano a Ferrari podia ter sido campeã e se não ganhou não foi por culpa do carro…
Cumprimentos
João Pereira
6 Dezembro, 2017 at 21:49
A Ferrari perdeu pela sua ancestral e crónica má gestão de pilotos e pelos erros de Vettel. O carro era fantástico, provavelmente o melhor, se excluirmos o RB mas só por causa do motor Renault.
Cumprimentos.
Frenando_Afondo™
6 Dezembro, 2017 at 18:11
Primeiro: futurismo.
Segundo: Parece-me uma falta de respeito para com a Ferrari, visto que este ano acertaram e nada impede que para o ano acertem outra vez e venham com um motor ainda mais potente/fiável.
Terceiro: Nada impede da Mercedes falhar.
Quarto: A Ferrari também dominou 6 anos seguidos. Hoje em dia uma equipa domina 2 ou 3 anos e começam logo as queixas, alguns até já se queixavam logo no 2º ano de domínio.
Quinto: Se calhar dominam porque têm mérito? Fizeram as coisas bem feitas, contrataram bons pilotos, construiram uma boa estrutura. E neste caso uma estrutura desde 2010, embora já lá ande na F1 desde dos tempos da Tyrrell… Logo… Não vos parece que merecem ter este domínio? Ou isso de dominar só é legítimo quando a equipa é uma histórica? Parece-me um pouco uma dualidade de critérios.
Veremos se a Ferrari voltar a dominar, se rebolam tanto os olhos ou se ficam todos contentes e aplaudem de pé e pedem um domínio de 9 ou 10 anos sem bocejar.
João Pereira
6 Dezembro, 2017 at 22:07
Primeiro: Não faço ideia do que é futurismo.
Segundo: A Ferrari só acertou no carro e no Raikkonen. O Vettel é que não soube liderar a equipa, e os dirigentes ainda menos.
Terceiro: O que impede a Mercedes de falhar, é que tem voltou a uma excelente gestão de equipa, principalmente depois de ter aprendido com o “Errosberg” do ano passado. Há que deixar os pilotos valerem o que valem, e foi o que fizeram este ano.
Quarto: A Ferrari dominou 6 anos seguidos (todos sabemos como, incluindo Brawn e Todt), mas de vez em quando fica 20 anos sem ganhar nada.
Quinto: Sem dúvida que dominam porque têm mérito. Agradeço que recorde a Tyrrell de Ken Tyrrell, esse fantástico garagista, mas ambos sabemos que a Tyrrell e a Mercedes de hoje não têm nada a haver uma com ou a outra, a não ser uma raiz esquecida nas profundezas da Terra.
De acordo, que quando uma equipa domina legitimamente, merece dominar, e vamos lá a ver se a Ferrari consegue ser campeã apesar do seu “Valor €stórico” e de “V€to”. E eu cá estarei para aplaudir de pé o vencedor de cada campeonato, desde que o faça com mérito como tem acontecido nos últimos anos (excepção a Rosberg), independentemente da cor que pinta os carros ou os capacetes.
Vamos lá a corridas e campeonatos que não nos façam bocejar, que é disso que eu gosto.
Cumprimentos.
João Pereira
6 Dezembro, 2017 at 21:41
Tem razão quando diz que a Ferrari não perdeu os campeonatos por falta de carro (foi pela sua gestão de pilotos e pelos erros de Vettel).
Tem razão quando diz que a Mercedes venceu apesar de ter um, excelente mas difícil carro.
E agora teme (Talvez por cíume), que a equipa que vendeu à Mercedes (depois de a ter recebido da Honda a custo zero ou até com subsidio), se tenha tornado vencedora depois de lhe ter dado um valente chuto no traseiro, por alguém ter percebido que ele e Herr Haug estavam a gastar uma pipa de massa para basear e manter a equipa num buraco chamado Schumacher?
Este fulano não tem mesmo vergonha na cara!
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
7 Dezembro, 2017 at 23:03
Como já nos vem habituando: é um muitíssimo bem escrito!
Cumprimentos
joaopereira1696
6 Dezembro, 2017 at 23:26
Eu até acho que vai ser precisamente o contrário e para o ano a Mercedes vai ter ainda mais concorrência, primeiro pelo que ouvi dizer acho que estão a tentar mudar o conceito de carro que tantas vitórias lhes deu para tentar copiar a RedBuLL que não tem ganho quase nada e segundo a diferença vai tender sempre a diminuir porque a diferença da mercedes é o motor e as outras equipas tendem a cada vez mais aproximar o seu motor ao da mercedes
so23101706
6 Dezembro, 2017 at 23:37
Um carro ganha 5 corridas, outro 12. Está bom de ver que o melhor é o que ganhou 5.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
7 Dezembro, 2017 at 23:04
Faltou piloto ao que só ganhou 5…
Cumpr(i)mentos
ro19071725
7 Dezembro, 2017 at 9:20
Se calhar é para isso que alguns estão a trabalhar! A Ferrari que dê um xuto verdadeiro na F1 para ver se isto muda… já que todos os anos há alterações e menos interesse.