Ross Brawn, diretor Geral da Fórmula 1 ‘desviou-se’ na medida do possível do tema difícil das penalizações no GP da Áustria, pois sendo Diretor Geral da F1, não lhe fica bem tomar partidos, e por isso, foi como se esperava, politicamente correto: “Houve algumas decisões difíceis relativamente às penalizações na corrida. Ninguém, incluindo os Comissários Desportivos, quer ver penalizações, e penso que estas penalizações serão debatidas durante muito tempo. Mas igualmente, não podemos ter ‘agressões’ não regulamentadas na pista.
Também não é o que queremos ver. Encontrar esse equilíbrio nem sempre é fácil”, escreveu na sua coluna. A verdade, é que há uma situação que é como azeite em água, não engana vem sempre ao cimo: o simples facto de haver tanta gente a debater o assunto, mais de 24 horas depois da corrida, significa que as penalizações foram polémicas, e a maioria das opiniões são extremamente negativas, pois não levam em conta o contexto em que foram atribuídas. A sensação que ficou, foi que os comissários, quando penalizaram Lando Norris pela sua luta com Sergio Pérez, tentaram permanecer coerentes. Pelo teor da maioria das críticas, basicamente insistiram no erro…











Abriram um precedente, no futuro vamos ter ultrapassagens suicidas, se não derem espaço, sai fora, se derem sai fora e ultrapassa.
Não percebo este rebuliço todo por causa das penalizações… tem sido essa a regra… É que se aquilo for legal, não há mais ultrapassagens em curva…