Romain Grosjean já deixou o hospital na quarta-feira e está determinado a correr em Abu Dhabi, naquele que poderá ser o seu último Grande Prémio de Fórmula 1 da carreira. Contudo, o francês sabe que precisa de autorização médica, e essa ainda está longe da conseguir, pois ainda há mazelas a ultrapassar: “Se os médicos me disserem que não é possível, então não é possível”, disse aos meios de comunicação franceses. “Mas eu disse à Marion (ndr, esposa) que tenho de tentar. Devo ser egoísta e tentar fazê-lo”, disse.
O francês, que vai ser substituído por Pietro Fittipaldi no Bahrein este fim-de-semana, diz que tem uma “pequena entorse” no tornozelo: “A mão esquerda está bastante danificada enquanto a direita está melhor, depois há o tornozelo esquerdo e o joelho esquerdo também está inchado, mas isso não é uma grande preocupação. A dor é suportável, estou a tomar analgésicos. Agora a prioridade é cuidar das minhas mãos para tentar estar na grelha em Abu Dhabi, mas também porque me restam 50 ou 55 anos no planeta, graças a Deus”, disse Grosjean.
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Cá para mim, e considero isto desde que vi as primeiras imagens do acidente, perdeu o seu lugar na f1. Não corre mais.
Admiro o espírito combativo do Grosjean, que não é diferente da grande maioria dos seus colegas, mas ele não tem condições de correr em Abu dhabi. Berger, numa altura em que as corridas eram de 15 em 15 dias, falhou uma.