Quando a sua última temporada na Fórmula 1 terminou mais cedo do que o previsto, em resultado do grave acidente no Barém em 2020 e das queimaduras sofridas pelo piloto, Toto Wolff prometeu que o francês iria pilotar um carro da sua equipa, mas isso ainda não se realizou. Grosjean explicou agora que ainda tem esse objetivo e que o teste ainda não aconteceu por sua causa.
O teste foi marcado para o GP de França de 2021, mas quando o calendário foi ajustado e a data da corrida em Paul Ricard foi alterada, coincidiu com os compromissos de Grosjean na Indycar.
Na altura, Wolff confirmou que o teste iria acontecer “com toda a certeza”, assegurando que tinha dado a sua “palavra” ao francês.
Em declarações ao GP Racing, Grosjean garantiu que as duas partes ainda não tinham conseguido conciliar agendas, mas “a culpa é toda minha”, explicou. “Não é fácil, terei 30 fins de semana de corridas no próximo ano [temporada de 2024]. Vocês queixam-se de 24 na F1 e eu tenho 18 na IndyCar, sete na resistência e cinco na F1 com o Canal+. Por isso, não é fácil acrescentar um teste”.
O antigo piloto da Haas na Fórmula 1, que acrescenta agora a função de piloto oficial da Lamborghini na resistência, acrescentou que tem estado a “tentar” adiar o teste “até ao ponto em que possa realmente testar a nova geração de carros, mas sim, ainda tenho essa vontade e sempre que vejo o Toto, ele confirma sempre que vai acontecer. Sim, seria muito fixe voltar a um carro de F1″, disse.











