O piloto francês espera que a solução do Halo seja temporária. O director da associação de pilotos acredita que este seja um passo normal e que a evolução do sistema traga soluções mais agradáveis e que permitam uma melhor identificação do piloto:
“Espero que o Halo represente uma fase de transição e que em breve encontremos algo melhor”, disse o piloto da Haas ao Crash.net. “Este é um primeiro passo. Posso habituar-me a pilotar com o Halo, sem problema, mas há algo,que me deixa triste. Que não vejamos mais os pilotos no carro. No final, temos direito a apenas uma decoração de capacete por ano, mas nem isso podemos distinguir agora, Espero que consigamos encontrar outra solução.”
Numa coisa o francês tem razão. As decorações dos capacetes são desde sempre algo muito importante na F1. São elas que ajudam a identificar um piloto que usa a decoração como uma imagem de marca. O Halo retira o impacto dos capacetes e o ponto de vista de Grosjean faz sentido. Mas teremos ainda de esperar para encontrar outro sistema que seja menos agressivo à vista.










A F1 tem de pôr os olhos na Indycar. A PPG, cuja proposta de ‘shield’ foi testada há cerca de um mês, usou um policarbonato chamado Opticor para fabricar o pára-brisas concebido para a IndyCar. Além de não deformar os objectos vistos através dele – um dos problemas do pára-brisas testado pelo Vettel -, este material garante boa visibilidade em todas as condições. O outro problema do pára-brisas testado na F1 é um efeito aerodinâmico que empurra a cabeça do piloto para trás, mas creio que isto poderá ser ultrapassado com algumas horas de ensaio no túnel de vento. Haja… Ler mais »
A Mclaren arranjou o patrocionador perfeito para pôr no seu Halo:
https://br.motorsport.com/f1/news/mclaren-anuncia-patrocinio-de-chinelos-em-seu-halo-1015172/