O piloto francês espera que a solução do Halo seja temporária. O director da associação de pilotos acredita que este seja um passo normal e que a evolução do sistema traga soluções mais agradáveis e que permitam uma melhor identificação do piloto:
“Espero que o Halo represente uma fase de transição e que em breve encontremos algo melhor”, disse o piloto da Haas ao Crash.net. “Este é um primeiro passo. Posso habituar-me a pilotar com o Halo, sem problema, mas há algo,que me deixa triste. Que não vejamos mais os pilotos no carro. No final, temos direito a apenas uma decoração de capacete por ano, mas nem isso podemos distinguir agora, Espero que consigamos encontrar outra solução.”
Numa coisa o francês tem razão. As decorações dos capacetes são desde sempre algo muito importante na F1. São elas que ajudam a identificar um piloto que usa a decoração como uma imagem de marca. O Halo retira o impacto dos capacetes e o ponto de vista de Grosjean faz sentido. Mas teremos ainda de esperar para encontrar outro sistema que seja menos agressivo à vista.











