Romain Grosjean terá o privilégio de pilotar um Mercedes e assim despedir-se em grande da F1. O piloto francês foi à fábrica da Mercedes para tratar dos pormenores da sua ida para a pista e referiu que entendeu logo os motivos do sucesso dos Flechas de Prata.
“Cheguei à fábrica e fiquei espantado com as instalações, a forma como as pessoas trabalham”, disse ele ao podcast ‘Beyond the Grid’. “Após cinco minutos dentro da Mercedes em Brackley, pude compreender facilmente porque são a equipa desportiva de maior sucesso da história. Encontre outra equipa, qualquer que seja o desporto, que tenha ganho tanto como a Mercedes. É quase impossível. Portanto, entrar ali, ver e compreender, é muito claro e mesmo que este ano todos no Bahrein tenham dito que a ‘Red Bull era mais rápida’, aqui estamos nós, com três corridas feitas – Mercedes duas, Red Bull uma. Essa é a força da equipa. Eles podem não ter o carro mais rápido, mas encontrarão sempre uma solução em torno disso e sente-se quando lá está”.
Pedido para identificar a diferença que mais se destacava para ele, Grosjean acrescentou: “Eu diria que é a cultura de topo. Depois, a partir daí, o detalhe é analisado ao máximo. Todos estão realmente a tentar obter a solução, a encontrar a solução para ir mais depressa. Obviamente, as instalações são incríveis, mas suponho que muitas equipas podem ter as instalações, mas depois é apenas como se usa, como se otimiza”.













