Fazer parte de uma equipa de um construtor é o sonho de qualquer piloto. Essas formações têm estabilidade financeira, tecnologia e um ‘staff’ de pessoas e cooperação entre as equipas de engenharia e design bem solidificada. Foram essas as razões que levaram Nico Hulkenberg a assinar pela equipa Renault, quem tem um passado de sucesso na F1 e o potencial para ganhar o Campeonato do Mundo nas próximas temporadas.
Mas numa altura em que a Renault celebra 40 anos de presença na disciplina máxima, é bom perceber que há similitudes e também diferentes em relação à realidade atual da equipa e aquela que permitiu a Alain Prost lutar pelo campeonato nos primórdios da marca do losango na F1. Desde então houve um percurso sinuoso, com alguns pontos altos e muitos baixos.
Hulkenberg vem de um sexto lugar que iguala o melhor resultado da nova era da Renault desde o regresso como equipa oficial o ano passado. E o alemão vai ter de esperar algum tempo mais para provar o champanhe da vitória, se atentarmos àquilo que Prost considera ser possível, não esperando ter um carro capaz de conseguir vitórias antes de 2018 ou 2019.
O ‘Professor ‘ sabe do que fala. Afinal é um dos pilotos mais bem sucedidos da F1, pois nas 13 temporadas que por lá andou somou quatro títulos mundial, 51 vitórias em 1999 grandes prémios, comparável no seu tempo apenas com adversários do calibre de Ayrton Senna, Nigel Mansell e Nelson Piquet.
No vídeo abaixo faz-se Nico Hulkenberg regressar aos primórdios da presença da Renault na F1, para lembrar como foi árduo o caminho que levou a ‘Régie’ ao sucesso na disciplina e como o mundo também era diferente naquela altura sob todos os aspetos. E claro, o Mestre Prost é o cicerone do alemão para aquela época. A evolução técnica em poucos anos, mesmo naquela altura, foi enorme. Um autêntico ‘Regresso ao Futuro’, como aquele famoso título do cinema.
https://www.youtube.com/watch?v=G1VqBWKtLm4&feature=youtu.be









