Para a Renault 2019 é um ano muito importante, pois marca o início da segunda fase do projecto da marca francesa. Após os primeiros anos de requalificação da equipa e de evolução de todas as estruturas, a Renault quer agora aproximar-se das equipas que têm dominado esta era turbo-híbrida.
Com a entrada de Daniel Ricciardo essa vontade ficou ainda mais vincada, faltando apenas colocar em pista o material adequado para atingir esse objectivo. No ano passado quer a unidade motriz, quer o chassis estavam longe de apresentar a qualidade necessária para chegar ao top 3 e a própria Renault admitiu que precisava de mais. Este ano trouxe um chassis e um motor melhorado e as primeiras impressões são positivas para Cyril Abiteboul:
“No geral a correlação entre os dados que tínhamos foi boa e reunimos algumas informações importantes. Estabelecemos que o desempenho do nosso motor está de acordo com as nossas expectativas e o conceito do chassi é bom. Precisamos agora continuar a partir daqui e aumentar o desempenho. Temos muito trabalho a fazer antes de Melbourne, mas sentimos que mantivemos o ímpeto da temporada passada e estamos ansiosos por voltar à pista.”
A Renault teve uma pré-época sem problemas de fiabilidade, apesar do susto de Ricciardo quando a asa cedeu na primeira semana. A equipa rodou muito e usou um pouco o “método Mercedes” acumulando muitas voltas em pista. Ao nível da performance pura, ainda não mostraram o suficiente para chegar ao top 3, mas se a base é boa, o desenvolvimento poderá trazer uma Renault mais próxima do topo. Para já o cenário não parece ser esse, mas só em Melbourne poderemos ter certezas











