A fiabilidade tem sido um ponto fraco para a Renault nesta época. Os problemas com a unidade de recuperação de energia cinética (MGU-K) têm-se sucedido e a marca continua à procura de soluções para diminuir a distância para os carros da frente.
Com todos os carros equipados com motores Renault, já com o segundo MGU-K instalado, falta “apenas” uma nova troca neste componente para que seja aplicada uma penalização de dez lugares, uma pena que os franceses estão dispostos a pagar em busca de mais performance e fiabilidade:
“Tivemos outra desistência [na China], a quarta em seis largadas, três delas devido a problemas de fiabilidade”, disse Cyril Abiteboul. “Se o nosso objectivo nesta temporada – aumentar a distância para o meio da tabela – continuar inalterado, devemos esforçar-nos para resolver estes problemas que podem comprometer nossa temporada. No entanto, vamos trazer novos elementos nas próximas corridas. Baku é muitas vezes imprevisível, a corrida é emocionante e é uma oportunidade para capitalizar os erros dos rivais, evitando fazer alguns nós mesmos.”
Esperava-se mais da Renault nesta fase. Esperava-se uma unidade motriz mais bem preparada, mais fiável e mais potente. Recentemente, Alain Prost disse que a Renault está a trabalhar para voltar a ter um dos melhores motores do grid mas esse objectivo parece estar ainda longe de ser atingido quer ao nível da fiabilidade, quer ao nível da performance.












