A Renault começa esta época pela primeira com a missão de fornecer apenas uma equipa, o que permite que a estrutura coloque mais recursos a trabalhar no projeto de 2022 que será de extrema importância.
Com o congelamento dos motores, os fabricantes estão a apostar tudo nesta época para desenvolver a unidade de 2022, que ficará congelada até ao fim destes regulamentos, previstos para 2025. A Renault apenas fez melhorias pontuais na unidade deste ano, estando a apostar tudo na unidade da próxima época. Remi Tafin não excluiu a possibilidade de fazer uma mudança radical e usar a filosofia Mercedes, com o compressor e o turbo separados:
“A resposta simples é sim. Podemos estar a enveredar por esse caminho. Estamos a avaliar isso”.
Taffin acrescentou que “a decisão que tomámos em 2020 [de não introduzir um novo motor para 2021] foi motivada pelo facto de que iríamos realmente colocar tudo em 2022. Tínhamos em mente que teríamos uma evolução para 2023, que faríamos o melhor da nova linha de base de 2022, o que agora já não é o caso, pois já não podemos fazer a atualização de 2023. Mas, na verdade, estamos bastante satisfeitos pois podemos fazer um grande esforço para 2022. Estamos a tentar colocar alguma da evolução que tínhamos planeado para 2023 em 2022”.
Sobre as modificações que a Renault fez para 2021, Taffin explicou que “conseguimos um pouco de desempenho, mas o foco principal foi a fiabilidade, assegurando a nossa consistência, pelo que houve algumas atualizações. Em termos de desempenho, é mais um passo que se daria durante a época, não um passo significativo. É uma evolução do que fizemos no ano passado. A principal razão é que tivemos de tomar esta decisão no ano passado, quando tivemos de encerrar durante mais de dois meses e tivemos de voltar a planear. Tomámos a decisão em Março do ano passado. Trabalharemos e desenvolveremos o que fizemos no ano passado.”











