No Grande Prémio da Rússia, a Red Bull Racing quase bateu o recorde da paragem mais rápida na Fórmula 1. Recorde este que pertence à equipa, quando em 2019 no Grande Prémio do Brasil efetuou uma paragem de 1.82s.
No circuito de Sochi, Max Verstappen parou nas boxes e a equipa de mecânicos trocou os seus pneus em apenas 1.86s, sendo este o tempo mais rápido até agora na temporada de 2020.
De acordo com o antigo mecânico da McLaren, Marc Priestley, a Red Bull “opera nas mesmas regras que as outras equipas, mas a diferença está nos pormenores. A equipa olha para tudo onde pode ganhar e tempo e o equipamento que eles usam é feito por eles. Da forma da pistola, mesmo à maneira de ela funcionar, é tudo produzido na equipa”.
“As equipa estão sempre a olhar para opções mais eficientes. Eles foram os primeiros a usar lasers por cima do carro que disparam para outros lasers em cada canto do carro e a interseção é onde o mecânico tem de colocar a pistola. Ou seja, antes do carro chegar, os mecânicos já têm a pistola à altura certa. Isso pode poupar centésimos de segundo, mas são estes detalhes que fazem toda a diferença. A Red Bull tem esse processo memorizado e em ordem, para que tudo se faça de uma forma eficaz e rápida”, finalizou Priestley












