Helmut Marko não esconde que a Red Bull é muito partidária da interdição do ‘party mode’ e nesse contexto pressionou quem de direito a mudar as regras. Logicamente que a proibição se aplica aos quatro construtores de motores, Mercedes, Ferrari, Renault e Honda, mas todos sabem que, por ter a unidade motriz mais competitiva, esta interdição poderá afetar mais quem maior partido tira dos modos de motor extremos: “O modo de qualificação da Mercedes é tão extremo que distorceu a concorrência. Era muito importante para nós que fosse proibido e nós pressionámos para que isso sucedesse” disse Marko, não deixando de recordar que pretende que a Mercedes agora lide seja exatamente o mesmo que a Red Bull teve de enfrentar quando, por exemplo em 2011, a FIA proibiu também diferentes modos de motor, obrigando a que o modo qualificação também fosse obrigatório na primeira parte da corrida. Só que, ao contrário do que hoje sucede, mudar o modo motor era feito com um computador portátil ligado ao carro e isso invalidava que isso fosse feito durante uma corrida, devido ao tempo que se perdia. Passaram nove anos e já nada é assim hoje em dia basta um piloto girar um botão no complexo volante para mudar os diversos mapas de motor, e a FIA pôs termo a isso: “É o tipo de intervenção por que passámos muitas vezes quando dominámos”, recordou Marko: “A flexibilidade das asas mudou de uma corrida para outra, e eu nem preciso de recordar a questão dos difusores. É também da responsabilidade da FIA assegurar que as corridas sejam equilibradas e excitantes”. O MotoGP é o melhor exemplo e funciona perfeitamente”, disse Marko.










