Muita da competitividade da Red Bull em 2017 vai depender do que a Renault conseguir através da sua nova unidade motriz para 2017. Os franceses já admitiram que tiveram que construir uma unidade motriz completamente nova para 2017, pois a deste ano não seria suficiente para chegar à Mercedes. Contudo, os responsáveis franceses já avisaram também que vai demorar algum tempo até atingirem o máximo do seu potencial e apesar de já dizerem que em 2018 terão a melhor unidade motriz do plantel, até lá falta uma época inteira e os homens da Red Bull não estão com muita vontade de irem para um quarto ano sem títulos…
Outra preocupação de Christian Horner tem a ver com a paridade dos motores, porque convém não esquecer, a Renault regressou à F1 em 2016 como equipa oficial e mesmo sabendo-se que vai levar tempo até chegar ao topo da disciplina (depois do que se viu este ano, mais do que se esperava inicialmente) quando isso acontecer, os homens da Red Bull querem ter garantias que vão ter motores iguais à equipa oficial francesa. Basta olhar para a Mercedes e as equipas que fornece para perceber que não têm motores iguais. Já ouviram falar do botão mágico dos Mercedes? Mas neste caso não dá tanto nas vistas porque a Mercedes não fornece equipas do seu nível. Mas a Red Bull e Renault já é um caso em que claramente o cliente pode bater o fornecedor e isso pode ser complicado…
O contrato da Red Bull estende-se até 2018 e por isso Horner já manda ‘recados’, para que não se esqueçam que estão atentos: “Temos a garantia de absoluta paridade para além de que terem a Red Bull como fasquia para a sua própria competitividade é bom para a Renault. Eles estão num processo de reconstruir a equipa e ter uma referência como nós será bom para eles” disse.











