A Renault corre o risco de rumar à segunda temporada sem uma dupla de pilotos que lhe garanta os resultados que vão ter que aparecer bem depressa, sob pena de Carlos Goshn começar a pressionar os seus homens da Renault F1 Team. O facto de haver uma gestão bipartida de Cyril Abiteboul e Frederic Vasseur, não está a facilitar o processo de tomada de decisões e por isso a equipa já perdeu a hipótese de contratar Sergio Pérez, que vai ficar mais um ano na Force India, Valtteri Bottas, que pretendia um contrato semelhante ao mexicano, de olho na Ferrari para 2018, e vai também ‘ficar sem’ Carlos Sainz, já que a Red Bull, soube-se hoje, não está interessada em ceder o espanhol à Renault em ‘troca’ de um desconto no pagamento dos motores, sendo que, logicamente o valor que a Tag Heuer paga passaria a ser recebido pela Red Bull.
Portanto, a Renault’s perde Stoffel Vandoorne (que sempre esperou pela McLaren), Sergio Pérez e Valtteri Bottas, restando-lhe portanto Esteban Ocon, que na Manor ou na Renault, tem lugar garantido na F1 em 2017. Não era a primeira escolha dos franceses devido à sua pouca experiência na F1, mas é um piloto que vai ‘rebentar’ facilmente com um carro bom nas mãos. Sabe quem bateu Verstappen há dois anos no Europeu de F3, pois é, foi Esteban Ocon…
Quanto a Carlos Sainz, Franz Tost é claro: “O Carlos tem contrato com a Red Bull e não me parece que a Red Bull o deixe ir para outra estrutura depois de tudo o que investimos nele”, disse. Se repararmos bem, Max Verstappen não se superiorizou ao espanhol, teve foi mais sorte com a mecânica quando ambos correram juntos.












