A Red Bull e a McLaren estão a ter a vida dificultada neste regresso à competição, não podendo testar como desejariam.
As equipas estão a preparar-se para o GP da Áustria depois de quase meio ano paradas. É muito tempo sem competição e tanto as equipas como os pilotos precisam de alguns dias de testes para voltarem à mentalidade certa para encarar o arranque do campeonato que está a chegar. Mas enquanto a Mercedes e Ferrari já têm testes alinhavados para os próximos dias, McLaren e Red Bull não deverão ter a mesma “sorte”.
Testes com os novos modelos não são permitidos, sendo que apenas os monolugares de 2016 a 2018 poderão rodar em testes, sem limitações.
Acontece que em 2018 a Red Bull era fornecida pela Renault, com quem terminou a parceria em termos… pouco amigáveis. A relação entre as estruturas não é a melhor, pelo que será praticamente impossível à Red Bull testar antes da Áustria.
A McLaren encontra-se numa situação semelhante pois foi fornecida pela Honda até 2017. Em 2018 já recebeu motores da Renault e esse chassis poderia ser uma possibilidade. No entanto não nos podemos esquecer que a equipa de Woking atravessa uma crise financeira e talvez um teste nesta fase não seja uma das prioridades.
Seidl disse que os preparativos da McLaren já começaram antes do Grande Prémio da Áustria de abertura da temporada, em 5 de julho.
“Começamos a trabalhar a equipa da corrida novamente na semana passada, por isso estamos a preparar os carros no momento e a tentar rever muitos procedimentos e processos na garagem sob estas novas circunstâncias com todo o distanciamento social etc.”, explicou.
Importante referir também que a vinda de técnicos da Renault em ambos os caso implicaria uma quarentena de 14 dias, obrigatória para a entrada na Grã-Bretanha. Este facto também afeta própria Renault que tem a sua base em Enstone, mas cujos motores são feitos em França e como tal dificilmente a Renault também testará antes da primeira corrida.











