O RB19 tornou-se no carro mais dominante da história da F1, mas o que mais impressiona é que o monolugar de 2023 foi uma evolução pouco profunda do RB18 de 2022.
O conceito pensado por Adrian Newey e a sua equipa, em 2022, tinha os ingredientes todos para o sucesso. De tal forma que Horner admitiu qual a percentagem do carro que era nova, em relação ao monolugar anterior. Convém relembrar que a Red Bull enfrentou um período de restrições em que não puderam testar como desejavam no túnel de vento devido à penalização imposta por ultrapassarem o limite orçamental.
“O RB19 já é um pedaço de história, o que conseguimos com este carro é simplesmente incrível. Há muitas coisas que foram transportadas do RB18 : o chassi, a suspensão são iguais, a caixa de velocidade também é exatamente a mesma. Provavelmente 60% do carro era igual ao carro do ano passado”, enfatizou Horner em entrevista à ‘Sky Sports’.
Os rumores que chegam de Milton Keynes apontam para um RB20 ainda melhor, com os engenheiros a focarem-se nos pontos fracos do monolugar de 2023. As curvas de baixa velocidade vão ser alvo de atenção máxima nas próximas semanas, como explicou Horner:
“Tentamos sempre melhorar e é disso que se trata a Fórmula 1. Há áreas em que podemos melhorar e vamos levá-las para o RB20, em busca de pequenos ganhos. Ainda somos uma equipa jovem, ainda não temos 20 anos. Já conquistamos 13 títulos (7 para pilotos) e 113 corridas. Todas essas estatísticas têm muito valor para nós”, reconhece Horner.
“Estamos todos muito motivados pelo sucesso e, mesmo este ano, foi doloroso não termos vencido a corrida em Singapura . Foi um lembrete de que não é fácil e que temos rivais incrivelmente difíceis. É essa motivação que nos leva a continuar assim, a sensação de vitória é incrível e não queremos que ela se perca”.










