Ralf Schumacher comentou a situação do seu sobrinho, Mick Schumacher. O jovem alemão da Haas teve o segundo grande acidente da época e a tolerância começa a diminuir por parte dos responsáveis da equipa. E para o seu tio, agora comentador de F1, Mick tem de aprender a evitar estes erros:
“Outros pilotos passaram esse ponto sem quaisquer problemas, mas não ele”, disse ele à Sky Deutschland. “No início pensei que ele tinha tocado nos rails ou teve um furo lento, mas acabou por ir fora da trajetória e isso é um erro que não se pode cometer”, acrescentou o antigo vencedor da corrida de F1. “Não só toda a sua corrida ficou arruinada, como um carro muito danificado também tem consequências orçamentais para a equipa. Mick tem de aprender que tais erros não devem acontecer – não há dúvida disso”, acrescentou Schumacher.












Pois…MS está a mostrar que não terá nível para a F1. Sempre achei que apesar de não ser um grande talento, era um piloto certinho e rápido o suficiente, pelos vistos estava enganado. Ainda vai a tempo de melhorar mas sinceramente não acredito que melhore muito.
Ralf não tinha o talento do irmão, mas era um piloto certinho, pelo que, talvez, não fosse má ideia tornar-se coach do sobrinho. O Mick não pode ser tão mau como parece, na F2 não o vi fazer tantos erros, em especial no ano em que foi campeão.
Muito fraco, também tem azar porque carrega um sobrenome que cria muitas expectativas, talvez tenha sido correcta a opção de inicio de carreira correr com o sobrenome da mãe, mas a partir do momento em que se soube de quem o piloto era filho, os holofotes fixaram-se nele. Não acho que tenha o talento necessário para andar na F1, a sua vitória na F2 foi muito estranha, metade da temporada quem ganhava era o Shwartzman, e depois de repente começou ele a ganhar e o colega a não passar de 4º, 5º. Com isto temos o Piastri de fora, que… Ler mais »
Muito fraco para a F1?… E o que lá esta a, fazer ok Latiffi, o Zhou?…. Donde vieram, que experiência têm, que títulos conquistaram?…. O Damon Hill veio das motas tt, nunca deu nada em mono lugares e foi campeão!… É tudo muito relativo, agora sacrificarem já o rapaz só porque é um Schumacher, por amor de Deus, é a tal coisa!… Este é filho é sobrinho, mas se entrarmos no caminho das famílias + 2/3 não foram ninguém na competição.
Tanto o Zhou como o Latifi não têm um CV fraco nas fórmulas de promoção. O Zhou conseguiu um ponto logo na 1ª corrida de F1 e já fez melhores exibições que o Mick – tem é o raio de uma característica de arrancar sempre mal. Mas não ainda há muito jogo pela frente para Zhou e Schumacher (para o Latifi acho que não). Vamos ver.
Esses dois que você refere também não estão lá a fazer nada, e não são só esses há mais. Mas como o artigo é sobre o Mick a minha opinião foi sobre o Mick, devia ser óbvio.
A carreira do Mick Schumacher sempre foi muito peculiar, nas primeiras temporadas é sempre muito discreto nos resultados, quase sempre fora do top10, no entanto, nas segundas temporadas dá um salto competitivo muito grande, terminando sempre no top3, chegando mesmo a vencer, apesar de começar essas temporadas também de forma discreta, foi assim na F4, F2000, F3 e na F2. O ano passado quando entrou, ninguém estava à espera de milagres e os mesmos nunca vieram. A diferença do ano passado para os outros anos como rookie, foi mesmo o colega de equipa que era muito fraco e os magros… Ler mais »
Concordo com tudo, menos que a Haas, o ano passado, não era tão má assim. Ela já era má há dois anos, este ano está bem melhor, fruto da melhoria dos motores e da ajuda da Ferrari.
Entendo o que quer dizer em relação ao meu comentário sobre a Haas, mas volto a referir, será que se no ano passado a Haas tivesse outros pilotos, mais experientes e sobretudo mais rápidos, não teria pontuado?
Era isso que eu quis dizer.
Se este ano, em vez do Kevin, o piloto fosse o MaisUmSpin, provavelmente, a equipa americana não teria 1 ponto que fosse.
Sim, é ainda teriam mais estragos😀
Concordo com grande parte da análise, mas tenho dúvidas que este deva ser considerado o 1º ano. O Mick está a arriscar à moda do que fazia no 2º ano e não do 1º. Apesar de tudo ainda é cedo, mas não pode fazer erros clamorosos, como já fez pelo menos 3. Talvez ainda vá a tempo – até porque sem Uralkali só sobra a 1&1.
Eu quando disse que este ano deva ser considerado como o 1º, tem haver com o facto de só este ano termos real meio de comparação com um colega de equipa e quem diz nós, diz a própria equipa e o piloto em si. Foi complicado todos nós, adeptos, equipa e media perceber qual o real do Mick, quando o único ponto de comparação era o Nikita. Agora sim, temos uma boa base de comparação e os resultados, ou neste caso, a falta de resultados estão à vista. O Kevin tem 15 pontos em 7 provas e a demonstrar andamento… Ler mais »
Já tinha entendido. Estou parcialmente de acordo.
Da maneira como o carro rodopiou?…. Não creio.
O Russel, o Norris, o Leclerc (para citar casos recentes), mostram que quem tem talento a sério dá um retorno relativamente rápido. A F1 tem que ser mais implacável com Latifis, Strolls, Schumachers… Têm 2 anos para mostrar serviço. Não mostram, venham os próximos. Talento não falta nas feeder series.
Para ser sincero, neste momento mandava mais de metade do pelotão da F1 para casa. 1/3 por já terem passado o seu tempo; 1/3 por não terem agarrado o lugar a tempo… o outro 1/3 ficava. Tínhamos uma F1 muito mais interessante.
Num mundo ideal as coisas podiam funcionar dessa forma, mas ao mesmo tempo podia-se perder muito piloto que se tornou campeão, porque simplesmente tiveram inícios de carreira péssimos ou “desabrocharam” mais tarde. Exemplos contemporâneos, o Damon Hill, que foi teve um péssimo 1992, mas depois teve um magnifico 1993, o Mika Hakkinen que teve 2 anos bastante modestos na Lotus, virou piloto de testes e levou 7 anos para vencer, mas que acabou por ser o maior e melhor rival do Schumacher e até o próprio Button teve um inicio difícil e também levou 7 anos para vencer uma corrida.… Ler mais »
Um piloto pode deixar uma boa marca num mau carro: O Hakkinen deixou no Lotus; o Alonso no Minardi; o Russell no Williams… não são só os resultados que são determinantes. Eu até gosto do Latifi (como pessoa e piloto, no pré-F1), até acho que o Mazepin chegou com valor à F1 (todos com valor e dinheiro, claro!) mas cá chegados um grande piloto nota-se cedo. A F1 devia ser só para grandes pilotos. (O Button é dos poucos casos em que tive de engolir as minhas palavras!) Eu corro há 26 anos de kart amador… estou cada vez pior,… Ler mais »
Concordo com o que foi escrito.