Depois da situação difícil que a Force India viveu, que levou à mudança de administração e de nome, a agora Racing Point espera que os efeitos da mudança se façam sentir em Barcelona.
Apesar da nova administração ter assumido funções na época passada, foi preciso um trabalho de reorganização, além de concluir a época em curso. Assim, a época 2019 ficaria sempre afectada pela entrada algo tardia dos novos donos e do novo capital. Nos testes de Barcelona vimos uma Racing Point ainda sem grande novidades, mas Sérgio Pérez espera que em Barcelona a equipa dê um passo positivo:
“Acho que será o primeiro impacto do que podemos ser, e será um fim de semana importante para nós”, explicou Perez. “É preciso lembrar que a nova administração chegou no final do ano, pelo que estamos um pouco atrasados. Acho que, obviamente, estamos no mesmo barco com as equipas no meio da tabela. Será muito importante ver o que poderão dar as nossas actualizações. Se eles funcionam como planeado, devemos dar um bom passo, mas acho que todas as equipas esperam o mesmo, então é tudo relativo e vamos ver onde estamos.”
A relação de Pérez com Lawrence Stroll, dono da equipa tem vindo a melhorar ao longo do tempo:
” O nosso relacionamento tem crescido ao longo das corridas e consigo ver um pouco mais de como ele está guiando a equipa. Ele está totalmente comprometido e quer que sigamos o caminho certo. Ele está a fazer o trabalho fora da pista, o que é muito encorajador, mas ele também entende que é um plano a longo prazo. Infelizmente, as coisas na Fórmula 1 deviam acontecer muito mais rápido fora da pista, mas tudo leva muito tempo. Já vimos isso noutras equipas – veja-se a Renault, uma organização tão grande e estão também a demorar.”
“Ele está empolgado, mas ao mesmo tempo é paciente e realista com nossas metas”.
O chefe da equipa da Racing Point, Otmar Szafnauer, acrescentou: “O facto de termos agora financiamento para trazer os desenvolvimentos para o carro tão rápido quanto nossos procedimentos internos permitirem, é um grande benefício. Não seremos prejudicados por não termos os fundos para comprar os componentes. Isso será um benefício, mas a verdadeira questão é trazer desenvolvimentos para o carro que melhorem o desempenho, e é isso que estamos focando em fazer.”










