Apesar de Jean Todt ter afirmado várias vezes que está fora de questão o regresso dos motores V10 ou V12 à F1, Max Verstappen não esconde que gostaria de ver de novo na disciplina os ruidosos propulsores, como sucedia até 2014, quando foram adotados os atuais V6 turbo híbridos.
Os motores V10 vigoraram na F1 até ao final de 2005, antes de serem introduzidos os V8, mas são aqueles que têm a preferência do holandês da Red Bull Racing. Isto apesar de pertencerem a uma era onde quem corria era o seu pai, Jos Verstappen. Agora, com a FIA a dar relevância aos sistemas de recuperação de energia como tecnologia a aplicar aos carros de estrada, a realidade é outra na F1. Max Verstappen já afirmou que para além de não ser fã de corridas de carros totalmente elétricos é apologista de um regresso, a médio prazo, dos motores V10: “Vamos manter as coisas como estão nos próximos 15 anos. Não tenho problemas com isso. Depois podem fazer tudo completamente elétrico. Espero que ainda mantenham os motores a gasolina nessa altura, pois é isso que lhes permite ter algum som”, afirmou o piloto holandês.











Muito em breve (talvez 5 anos) os carros novos vão ser quase todos eléctricos. A Fórmula 1 corre o risco de ser deixada para trás pela Fórmula E se não acompanhar os novos tempos.
Nenhuma marca vai querer investir em tecnologias que depois não possam ser vendidas aos consumidores.
A Formula E só precisa se aproximar dos tempos de um F1. Quando isso acontecer a F1 vai de vela.
Já o escrevi antes, se querem continuar a usar motores de combustão interna e ser relevantes, comecem a explorar combustíveis alternativos bem menos poluentes que os à base de petróleo… Se não esqueçam lá os ruidosos V10, mais cedo ou mais tarde vão ter de evoluir para a actualidade das motorizações. não podem ficar presos à arquitectura de motores de combustão do século 20 para sempre…