Pierre Gasly é de opinião que está a fazer o suficiente para ser cogitado para um lugar numa equipa de topo, e não está forçosamente a referir-se só à Red Bull. Depois de ter saído da Red Bull em 2019, o francês tem estado a um bom nível, e se a Red Bull tivesse tido alguma paciência, talvez o francês ainda lá estivesse, mas a verdade é que na altura em que perdeu o lugar, nem parecia o mesmo piloto de hoje.
Com um Alpha Tauri, o seu andamento coloca-o claramente entre os 10 melhores pilotos, sendo que os chefes de equipa lhe atribuíram a posição de sétimo piloto do ano na F1, atrás de Max Verstappen (213 pontos), Lewis Hamilton (192), Lando Norris (110), Carlos Sainz (85), Charles Leclerc (70) e Fernando Alonso (69). Pierre Gasly somou 64 pontos, e ficou bem na frente de George Russell (44), Valtteri Bottas (43) e Esteban Ocon (41). Bem mais perto de quem ficou à sua frente, que dos que ficaram atrás: “Vamos ter de ver qual é a opinião da Red Bull nos próximos dois anos, porque já passaram oito anos que estou com eles. É muito tempo. Obviamente, neste momento, eles têm um carro muito competitivo. Preciso de ver o que fazem com o Max [Verstappen] e como vão avançar, mas obviamente preciso de pensar também na minha carreira. Ainda sou muito jovem, tenho 25 anos, mas o meu objetivo é estar no primeiro lugar quando eles olharem para quem pode ser um possível substituto.
Todos os pilotos que ficaram à minha frente no campeonato, são os que correm para os quatro melhores construtores, por isso é importante para mim mostrar que se houver um lugar livre, eu deveria ser a escolha óbvia. É isso que estou a tentar fazer”, disse ao The Independent.










