Pierre Gasly destaca a importância de continuar a estar associado a um construtor que seja ao mesmo tempo fabricante e fornecedor de unidades motrizes no seu futuro na Fórmula 1, sendo esse um fator primordial na sua tomada de decisão para a carreira na competição mundial.
Considerando como um fator importante no seu processo de decisão que o seu futuro passe por um fabricante de motores, Pierre Gasly ainda não tem, como acontece com muitos pilotos da grelha desta temporada, qualquer contrato assinado para continuar a competir na Fórmula 1 em 2025.
Depois de ter estado na AlphaTauri e na Red Bull, equipas clientes de um fornecedor de unidades motrizes, o piloto francês transitou para a Alpine no ano passado, que compete com os seus próprios motores, apesar de alguns problemas neste capítulo. Por isso, pela experiência anterior e, em comparação, com a sua situação atual, Gasly considera que uma equipa de fábrica proporciona o acesso a maiores recursos, apoio técnico e oportunidades de desenvolvimento, podendo traduzir-se num melhor desempenho e competitividade na pista.
“Não há limites quando se é um fabricante [de motores]. Podemos estabelecer os nossos próprios limites, desenvolver e investir tanto quanto quisermos”, disse o piloto francês. “Por isso, vejo essa vantagem na Alpine e, obviamente, o financiamento não é o problema”.
Com as dificuldades já conhecidas no início desta temporada, a Alpine alterou bastante o seu monolugar em relação ao antecessor, apostando muito no próximo ano. Por isso, Gasly tem a certeza que os progressos da Alpine neste ano influenciarão os seus planos imediatos para 2025. “A compreensão do que temos e o conceito que temos, o carro que temos, o potencial. Mais importante é a compreender o que estamos a fazer. Há uma grande mudança de regulamento em 2026, que será um desafio para todas as equipas, quer seja do lado do motor ou do lado do chassi. Não é por o conceito do carro não estar a funcionar que não sabemos o que estamos a fazer, mas é muito importante que sejamos capazes de identificar e encontrar soluções”, explicou o piloto.









