Guanyu Zhou será o primeiro piloto chinês a competir na Fórmula 1 depois de ter sido o escolhido para substituir Antonio Giovinazzi na Alfa Romeo em 2022. Surgiram algumas críticas sobre a decisão de Frédéric Vasseur, já que o piloto traz consigo um bom patrocinador.
O líder da equipa, afirmou mesmo que o valor foi uma fator que pesou no critério de escolha do novo piloto, mas que não se baseou apenas nisso. “O primeiro critério é o desempenho da equipa”, disse Vasseur aos jornalistas no Qatar. “Significa que para ter bons desempenhos é preciso ter bons pilotos, bons mecânicos, bons engenheiros, uma boa sensação por parte dos pilotos e um bom orçamento. Foi, sem dúvida, um pilar da decisão. Fui sempre claro desta forma porque queremos obedecer ao teto orçamental. É a melhor forma de termos boas performances, mas não é a única. Penso que Zhou está a fazer um excelente trabalho na F2 e penso que todos subestimam o nível de desempenho e o trabalho feito por Zhou esta temporada”. Vasseur explicou ainda que, “em termos de desempenho, falo por si. É um dos primeiros classificados, ganhou esta temporada no Bahrein e em Silverstone. Na F2 são provavelmente as duas pistas mais exigentes – Bahrein para a gestão de pneus e Silverstone com as suas curvas de alta velocidade – ainda conquistou algumas pole positions, e está sempre na frente, consistente e tenho a certeza que se sairá bem no próximo ano. E também diria que é determinado, porque mudou-se da China para a Europa e sabemos perfeitamente que quando se muda da Europa mesmo para o Japão, não é uma mudança fácil para um piloto e Zhou fez o contrário. Quando se tem 13 anos e se muda para a Europa só porque se quer ser piloto de corridas, para mim é um mega, enorme compromisso. Estou convencido de que ele vai colocar toda a sua energia no projeto e estou convencido de que se vai sair bem”.









