Pascal Wehrlein disse que entendia o porquê de Toto Wolff ter decidido que um ano de Fórmula 1 não era suficiente para ir para a Mercedes em 2017. Wehrlein foi um dos principais candidatos a ir para o lugar de Rosberg, já que é apoiado pela marca alemã há muito tempo. Esta oportunidade não se concretizou porque Toto Wolff achou que era muito cedo: “Foi o que ele disse. Um ano de experiência não é suficiente, terá dito Wolff a Wehrlein. “Pensamos que precisas de mais experiência, um não é suficiente e no segundo ano os pilotos fazem sempre grandes progressos”. “A Mercedes quer um piloto perfeito, que esteja nos seus limites. Neste momento não estou nos meus limites, devido à falta de experiência, isto é claro”. Apesar de reconhecer que não estava totalmente preparado, Wehrlein disse que se tivesse existido a oportunidade teria aproveitado. “Não seria nada de mais, claro que com apenas um ano de experiência cometeria alguns erros porque ainda não estou no meu máximo. É normal, se tens cinco anos de F1 vais cometer menos erros que com um ano”.
Mesmo perdendo a oportunidade da Mercedes não existe grande desapontamento por perder o lugar para Valtteri Bottas. “Sabia que era dos possíveis pilotos, um possível piloto, mas não me foquei muito nisso. Não tomava a decisão, por isso foquei-me no treino, o que poderia melhorar para 2017 e esperei pela decisão”, disse o alemão.
Rodrigo Fernandes








