F1: Parceria Red Bull/Ford é “muito diferente” do que seria com a Porsche
Faltou muito pouco, segundo o CEO da Porsche, para que o acordo com a Red Bull fosse uma realidade, tendo em vista a entrada da marca alemã no capital da estrutura de Milton Keynes e na Fórmula 1 em 2026. O negócio esteve muito perto de ser fechado entre Red Bull e Porsche, mas um pouco à semelhança do que aconteceu entre Sauber e Andretti Autosport algum tempo antes, não prosseguiu devido a uma das partes, que ao que parece se arrependeu e o grupo Volkswagen tem apenas confirmado a entrada de uma das duas marcas interessadas no regulamento das unidades motrizes da Fórmula 1 para 2026. No entanto, a parceria entre Red Bull e Ford foi confirmada durante o dia da apresentação da época de 2023 da equipa austríaca, num acordo a ter início em 2026 e que resultará na designação dos motores produzidos em Milton Keynes como Red Bull Ford Powertrains e que vão equipar os carros desta equipa e da AlphaTauri.
“É uma relação muito diferente do que foi discutido com a Porsche”, garantiu Christian Horner após o evento de apresentação em Nova Iorque. “Trata-se de um acordo puramente comercial e técnico, pelo que não há troca de quaisquer ações ou participação dentro do negócio. É um acordo muito simples onde teremos a capacidade de partilhar e ter acesso à pesquisa e desenvolvimento, particularmente na componente de veículos elétricos, e vender o desenvolvimento de software e assim por diante”.
Com o início da parceria com a Ford em 2026, o acordo da Red Bull com a Honda, que foi renovado no ano passado até ao final de 2025, fica, naturalmente, sem efeito. “Tivemos uma parceria incrível com a Honda e quando inicialmente anunciaram a sua retirada da F1 em 2020, foi com grande tristeza. Foi isso que motivou a criação da Red Bull Powertrains para assumir o controlo do nosso próprio futuro. Ao partirmos nessa viagem, houve uma mudança de planos com a Honda, felizmente para concordar em fornecer motores até ao final de 2025. Por sua vez, estávamos a construir o nosso recurso para 2026”. O responsável da Red Bull garantiu que até à última corrida da temporada de 2025 vão lutar com os nipónicos pela vitória, mas a partir daí, têm um percurso independente e um futuro com a Ford.
Foto: FIA / Getty Images / Red Bull Content Pool
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jo baue
4 Fevereiro, 2023 at 23:15
Estendida a passadeira à “Ford” e à Red Bull – ver/ ler a avalanche de artigos tão, mas tão entusiásticos da ” imprensa da especialidade” nos últimos 2 dias –
que melhor do que recordar certos momentos ? Acontecia a 4 de fevereiro de 1967 no circuito de Daytona :
https://1.bp.blogspot.com/-r_3NlaGJPF4/V3PM-nXt1CI/AAAAAAAAwns/B6ZmrL2h1PIsgUuUHjS2PHg2C0pgAF3vACLcB/s1600/Milton.jpg
— E para quem não saiba: Durante a noite, a cronometragem oficial ( só por acaso a muito americana IBM) entrou em tilt, numa altura em que os Ferrari estavam na mesma volta dos Ford;
regressada a cronometragem, os Ferrari “estavam” a 5 voltas do único Ford sobrevivente.
Foi aí que o Mauro Forghieri foi pedir explicações e protestar perante a direcção da corrida. Segundo palavras do próprio, um deles era um conhecido do Enzo Ferrari, chamava-se Finance, que disse em francês qualquer coisa como ” peço que me desculpem, mas sucede que aqui o dinheiro é que manda”… Enfim, e sem aspas, no ano seguinte foi construído um circuito permanente em Le Mans,
e em seguida foi criada também a chicane “Ford”.
Ou seja, nada mudou, a História repete- se.