O Grande Prémio da Malásia ficou inevitavelmente marcado pelo abandono de Lewis Hamilton, o segundo do ano, numa fase em que liderava a corrida de forma isolada e tinha todas as condições para alcançar o triunfo. Porém uma inesperada quebra de motor colocou o piloto britânico fora de corrida, o que deixou este visivelmente irritado lançando a acusação da Mercedes prejudicar o seu desempenho. Com este infortúnio, o atual campeão do Mundo viu a sua desvantagem face a Nico Rosberg, que foi terceiro, aumentar para 23 pontos.
A Mercedes por intermédio do seu diretor executivo, Paddy Lowe, já reagiu e assumiu as responsabilidades do sucedido no traçado de Sepang. “Estamos muito chateados por termos distorcido a luta pelo título, que pretendíamos que fosse justa nos dois lados da garagem. Esta quebra do motor interferiu naquilo que queríamos que fosse uma grande batalha. Trabalhamos muito para reduzir o número de falhas. Temos feito melhorias ano após ano e esses factos podem ser constatados. Excluindo o episódio em Barcelona, este foi o primeiro abandono que tivemos até ao momento em toda a época”.
Já sobre o motor que cedeu em Sepang, Lowe explicou que esta era um “propulsor com a especificação que tínhamos introduzido em Spa. O Lewis ainda tem à sua disposição outro motor com esta especificação. Com esta quebra, tanto o Lewis como o Nico ficaram equiparados no número de motores a utilizar. Está de volta a um programa de cinco propulsores por ano e não de seis”.










