A Force India não conseguiu manter os resultados da última temporada na Austrália e está já à procura de soluções para conseguir recuperar terreno para as equipas que se apresentam mais fortes no pelotão intermediário. Otmar Szafnauer, líder da equipa, anunciou que a sua equipa terá uma nova asa dianteira no Grande Prémio do Bahrain. A equipa de Silverstone revelou um carro muito diferente dos testes de pré-temporada na Espanha para a abertura da F1 na Austrália, mas, mesmo assim, não conseguiu nenhum ponto.
“Temos uma nova asa dianteira para o Bahrein, que complementará as atualizações que introduzimos em Melbourne. O carro que temos agora é totalmente diferente das especificações que usamos em Barcelona e ainda estamos numa curva de aprendizagem. Há um enorme potencial de desenvolvimento com esta nova plataforma aerodinâmica e temos algumas coisas em andamento, o que trará avanços de desempenho no primeiro trimestre da temporada”, disse Szafnauer.











Têm um trunfo, que é o motor Mercedes, muito fiável. Na teoria, ao contrário da Renault que não tardará muito irá baixar a potência para garantir essa fiabilidade.
E virão corridas em que sobressai quem cuida bem dos pneus e tem o famoso kit de unhas para pilotar com pouca aderência.
No campo da poupança de pneus têm o Pérez, se este não voltar a ter choques com Ocon (ou outro piloto qualquer) pode dar muitos pontos à equipa.
Não sei até que ponto o motor Mercedes será uma vantagem tão grande. Quanto mais tempo passa com estas especificações mais os outros se aproximam, e acho que o motor Mercedes já não dá aquele boost de performance que permitiram a FI e Williams terem prestações tão fortes como em épocas anteriores, comparativamente com outros. Concordo inteiramente com o seu ponto de vista, mas acho que vamos ter de esperar para ver. Outra hipótese é a Mercedes ter na mesma uma margem grande, e já andar com o motor num regime de poupança para aguentar 7 GPs (como deu a… Ler mais »
Exacto. Esperemos para ter algumas certezas. Noto algum otimismo nas hostes da Mercedes. O seu Vorstandsvorsitzender, Zetche, diz que gostou da vitória da Ferrari, que torna interessante o campeonato, “palmadinha nas costas” típica de um típico alemão (que adora ter residência em Itália)quando se sente em superioridade. Além de que pugnam pelo congelamento dos motores até à nova era, em 2021.
Aguardemos notícias do deserto