Toto Wolff revelou que o próximo monolugar da Mercedes o W15 poderá dar um enorme passo, ao ponto de ser 2.5s mais competitivo que o atual W14, mas também admite que se no ‘papel’ as coisas são promissoras, só em pista se tirará a prova dos nove, e aí se saberá se a revisão total que foi efetuada no seu novo carro está correta. Logicamente, depois de dois anos muito maus, Mercedes espera que tudo seja diferente com o W15, mas tendo em conta a distância a que estão da Red Bull, será tudo menos uma tarefa fácil.
Não é novidade para ninguém que o domínio da Red Bull em 2023 lhes permitiu mudar o foco para 2024 muito cedo e Wolff sabe que a Mercedes tem muito para recuperar: “Estamos a mudar o conceito e completamente a forma como definimos o chassis, a distribuição do peso, o fluxo de ar. Quase todos os componentes estão a ser alterados, porque só fazendo isso é que acho que temos uma hipótese. Mas também podemos enganar-nos. Por isso, entre não ganhar o que esperávamos, recuperar o atraso e dar um grande passo e competir na frente, tudo é possível”, disse. Toto Wolff sabe, pela competitividade da Aston Martin que a traseira do carro não é o problema: “A caixa de velocidades, o motor, a suspensão traseira não são o problema” disse, mostrando-se ambicioso com o W15: “se tudo correr dentro do previsto, vamos dar um passo de dois segundos e meio”, concluiu. Normalmente, encontra-se no histórico das equipas, algumas respostas, e se olharmos para o grande adversário da Mercedes, a Red Bull, o que a Red Bull falhou em 2014 foi o que não controlava, o motor, e a sua competitividade foi muito afetada, as coisas foram mudando ao longo dos anos, e a Mercedes chegou a ter carros que eram bons em termos aerodinâmicos, mas na passagem para esta nova era, Adrian Newey, até ver deu 10-0 à concorrência. Terá a Mercedes engenheiros com capacidade de ir buscar esses 2,5s? E se o conseguirem, a Red Bull vai ficar no mesmo patamar? Vamos esperar que a Mercedes cresça 2.5s e a Red Bull marque passo? Muito pouco provável…











