O GP da Hungria foi palco de uma inovação. O novo formato de qualificação usado, em que se usam apenas um tipo de composto por cada sessão, (duros na q1, médios na Q2 e macios na Q3) tem como objetivo poupar no transporte de pneus, com as equipas a passarem a receber 11 conjuntos de pneus em vez dos atuais 13.
Este novo formato trouxe um pouco mais de incerteza, pois as equipas não puderem fazer os treinos livres como habitualmente, com necessidade de gerir as borrachas disponíveis. E já se sabe que, com menos dados, as equipas estão mais propensas a erros e isso pode dar-nos uma ordem diferente.
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