A F1 irá estrear em 2025 novas unidades motrizes, que pretendem manter os níveis de eficiência, apesar da menor sofisticação e esse motor deverá ser alimentado por combustível 100% sustentável ‘drop-in’ concebido para ajudar a Fórmula 1 a atingir o seu objectivo de ser neutra em emissões de carbono até 2030.
Na próxima época teremos já um combustível E10, uma mistura de 90% de combustível fóssil e 10% de etanol. Mas com o lançamento da nova geração de motores de Fórmula 1, o objetivo é ajudar a desenvolver um combustível 100% sustentável – com a Fórmula 1 a participar ativamente em discussões com empresas de combustível sobre a criação do combustível nas quantidades necessárias para o campeonato, bem como depois aumentar a produção para uma utilização social mais ampla.
Este combustível 100% sustentável com a denominação “drop-in”- o que significa que pode ser utilizado num motor de combustão interna normal sem qualquer modificação do próprio motor – será criado em laboratório, utilizando componentes que provêm quer de um esquema de captura de carbono, resíduos municipais ou biomassa não-alimentar, ao mesmo tempo que se consegue uma poupança de emissões de gases com efeito de estufa em relação à gasolina derivada de fósseis de pelo menos 65%.
O novo combustível também irá corresponder à densidade energética das actuais gasolinas de combustíveis fósseis da Fórmula 1 – o que significa que os carros serão tão rápidos como são hoje. Estima-se que haverá 1,8 mil milhões de carros na estrada até 2030, com apenas 8% dos veículos elétricos – enquanto que os motores de combustão interna continuarão a ser essenciais para as viagens aéreas e marítimas, bem como para a indústria de transportes.
Driving the green revolution #F1 pic.twitter.com/FZlAwT9jMm
— Formula 1 (@F1) October 5, 2021
Introducing the fuel of the future
— Formula 1 (@F1) October 5, 2021
♻️ 100% sustainable
🚀 Same power
🌏 And useable by vehicles across the world#F1 #Formula1 pic.twitter.com/VQNp8ZetYH











