Nico Hülkenberg não gostou das limitações dos pneus nos últimos anos na Fórmula 1 e espera, agora que mudou para um nova equipa, poder atacar ao máximo sem ter que se preocupar tanto com a gestão do desgaste. O piloto alemão está mais interessado em andar depressa do que em perder tempo a prestar atenção à degradação dos pneus. Supostasmente, a Pirelli deverá criar novos compostos com maior resistência, mas isto ainda não está confirmado.
Hülkenberg, que troca a Force India, uma equipa com motores-cliente, pela Renault, uma equipa fábrica, está na expectativa em relação aos novos regulamentos, argumentando que “não sei como é que os carros se vão comportar, até porque ainda não andámos com eles, mas espero que os pneus nos permitam andar mais nos limites, em vez de fazermos tanta gestão, mas não sei se esse vai ser o caso”.
O piloto alemão explicou que “às vezes fico frustrado com estes pneus. Pode parecer que é um desafio diferente, mas depois sentimos que estamos a ser limitados, porque o nosso objetivo enquanto pilotos é andar sempre no limite. Só que às vezes isso não é possível, e temos que escolher quando podemos acelerar e quando temos que poupar”.











Isso concordo. A F1 mais parece um ‘Tyre Manager’ do que ‘Racing’.
Em 2005 os pneus aguentavam a corrida toda, e quase sempre em alto ritmo.
Mais rápidos que o carro?????
Não podemos censurar a Pirelli pois apenas fizeram o que lhes foi pedido. O problema está aí mesmo. Mais uma regra (ou ideia) que só veio para criar “confusão”, havendo carros com ritmos muito diferentes e obrigando mesmo a parar. Já cansa falar disto, mas DRS, pneus manteiga, etc. podem ser muito bonitos mas só servem para descaracterizar ainda mais aquilo que é feito atrás do volante….