As condições da pista no GP da Turquia proporcionaram uma corrida de loucos, com protagonistas inesperados e um final surpreendente.
Nicholas Latifi foi um dos pilotos que mais dificuldade teve um lidar com a pouca aderência do asflato turco e não teve problemas em afirmar que foram as condições mais difíceis que enfrentou na vida:
“É apenas a segunda vez que conduzo um Fórmula 1 à chuva”, disse ele. “Não era chuva, era gelo, pior que gelo! Eu já guiei no gelo num carro de rally e posso dizer com segurança que tive mais aderência do que neste fim de semana com pista molhada. Foi um desafio muito difícil, mas definitivamente algo com o qual estaremos melhor depois de lidar.”
Latifi passou a explicar os problemas com os pneus que ele e a Williams enfrentaram durante o fim de semana.
“A pouca aderência … até certo ponto, é divertido”, disse ele. “Na FP1, uma vez que se percebe como vai ser, pensei’tudo bem, há pouca aderência, vai ser como será’, e podemo-nos divertir com isso Mas a certo ponto esperamos que a pista melhore. A chuva tornou tudo 100 vezes pior. Eu esperava que a chuva tornasse a situação relativamente melhor do que a baixa aderência no seco, mas era apenas impossível de guiar, alguns pilotos tiveram tarefa mais fácil, alguns mais difíceis. Se o carro tem um pouco mais de aderência, ganhamos um pouco mais nas curvas, gera um pouco mais de calor, e isso cria uma espiral, mas não estando num dos carros mais fortes fica muito, muito complicado. Foram definitivamente as condições mais difíceis que tive de enfrentar na minha vida.”













É um rapaz limitado, não tem andamento nem fibra para lutar com os melhores. Evidentemente que este está na F1 por causa do dinheiro que traz para equipa, apenas isso.
Com essa carinha, não me custa nada acreditar que uns pingos de chuva tenham sido a grande provação da sua vida…
As condições eram difíceis, mas iguais para todos. A diferença, é que alguns pilotos souberam tirar partido da situação e outros não. Claro que guiar este Williams, tornava a situação mais complicada, mas Russell “desenrascou-se” relativamente bem, basta ver que Russell terminou a uma volta do vencedor, enquanto Latifi, quando abandonou, na volta 42, já estava a duas voltas.
Gostava de conhecer a opinião daquele compatriota dele, que tanto tem batido no Stroll, mas de quem ainda não li uma palavra sobre Latifi.
O Jacques fala, não escreve. Depois, já se sabe, a imprensa amiga dos donos da F1 filtra o que lhes interessa. Alguma vez na vida o Nico rosberg teria permissão para fazer as entrevistas após as quali ou corridas?! Jamais ( em francês), overdose dos brundle ou herbert é a lei da F1.
— IMHO, seria interessante para esta F merced… perdão, F 1, o Latifi e o Stroll competirem na mesma equipa.
Muito obrigada pela rectificação 🙂 🙂 Estava mesmo a necessitar dela…
Por acaso já ouviu, no Autosport ou noutro órgão de comunicação escrita, alguém falar, desde que não seja num vídeo? Eu nunca ouvi, o que é normal, visto que se trata de imprensa escrita. mas tenho lido muitas notícias e declarações.
Quanto ao resto do seu comentário, nem merece resposta, pois é pior do que a prestação do Latifi ontem.
Eu e mais uns larguíssimos milhares ouvimos o jacques em directo ao longo da semana em 2 línguas diferente no exercício da sua actividade profissional. Você, provavelmente é um dos muitíssimos que a seguir lê o que determinada imprensa- não desinteressada – filtra. Qual é a dificuldade em perceber isto? Ainda acrescentando: assim fica formatada a cabecinha de muitos desses muitíssimos. Que já mete nojo os brundle ou coulthards a perpetuar as entrevistas, aí já serão não milhares mas milhoes a queixarem-se. mas óbvio que isso também jamais transpareceria na imprensa amiga, né? Como os pópós que andam a conduzir… Ler mais »
Mas como eu, e milhares de portugueses, vejo a F1 EM PORTUGUÊS, porque eu vivo em Portugal e leio os jornais PORTUGUESES, estou-me nas tintas para a sua embirração com as reportagens do Brundle, ou de quem quer que seja. E se ouve o Villeneuve em directo, que lhe faça bom proveito.