Nicholas Latifi conseguiu na Hungria os seus primeiros pontos na F1, na mesma corrida que o seu colega de equipa, considerado uma das esperanças da disciplina, também pontuou pela primeira vez. Se George Russell parece ter as malas prontas, com o seu percurso, tudo indica, a passar por ser piloto da Mercedes, Latifi deixou algumas sugestões sobre como deverá o seu futuro companheiro de equipa ser escolhido.
“Obviamente, a rapidez e ser rápido é uma das coisas principais, mas penso que é preciso ter alguém que saiba que ainda estamos na fase de reconstrução [na equipa]. A Williams está definitivamente no caminho certo para ser mais competitiva e estar mais na luta. Penso que, por muito que todos esperem e estejam otimistas de que será um grande salto no próximo ano, poderá não ser um salto tão grande como desejamos. Tenho, obviamente, esperança que seja dado um salto enorme no próximo ano, pode não ser. Se for um piloto que espera ganhar o campeonato ou ganhar corridas no próximo ano, talvez isso não seja a escolha certa”.
O piloto canadiano continuou, em entrevista ao site Express, a explicar o seu raciocínio em relação à melhor escolha para a equipa.
“É preciso alguém que possa ser paciente para trabalhar com os engenheiros na pista e os engenheiros na fábrica, com a forma correta para os orientar, pois trata-se de uma nova geração de carros.Isso será completamente diferente do que todos nós estamos habituados nestes últimos anos. Portanto, ter um espírito fresco, uma abordagem aberta e uma vontade de entusiasmar a equipa é importante.”











