Decididamente, os pilotos e muitos dos adeptos não gostam que o Drive to Survive tenha ficção.
A Netflix está novamente a ser fortemente criticada por criar drama e polémica… onde ela não existe. Desde mensagens rádio verdadeiras, mas descontextualizadas e situações reais, mas que foram ‘montadas’ para parecer algo diferente, há um pouco de tudo e a F1 não gosta.
Segundo o Rotten Tomatoes, o popular site norte-americano, agregador de críticas de cinema e televisão, cujo nome deriva do hábito de o público atirar tomates contra os artistas se a sua atuação desagradar, o rating do Drive to Survive começou com 90% na primeira temporada e desde aí foi sempre a cair: 84% (2ª), 57% (3ª) e 14% (4ª), o que mostra o desagrado de quem já viu e classificou a série.
Pierre Gasly diz que a Netflix não precisa de ‘inventar cenas’ para ser uma boa série, basta seguir o drama da F1, que não falta. Os pilotos voltaram a insurgir-se. Sempre sem papas na língua, Max Verstappen diz que a Netflix faz Lando Norris parecer um “cara de c….”
Gasly diz que os pilotos não devem ser retratados como se fossem algo que não são.












Na minha opinião, desde sempre que o DTS me pareceu uma novela, e não das melhores. A Netflix e a F1 deviam prestar atenção ao que a Amazon e a Dorna conseguiram com o MotoGP: Unlimited. Desde a espontaneidade das situações e das reacções ao facto de todos se poderem expressar na sua língua materna, está muito bem conseguida.
O “Drive to Survive” parece estar mais para o estilo de Reality Show ou Telenovela do que um programa televisivo mais fidedigno sobre o que se passa no paddock. Aconselho a verem o “The Inside Line” que passa na AbolaTV.