Mick Schumacher teve uma época de estreia complicada, entrando na Fórmula 1 numa equipa que estava longe das rivais, com um carro sem desenvolvimento e a uma eternidade dos adversários. Ainda assim, em entrevista ao Auto Motor und Sport, o piloto alemão lembra alguns momentos bons durante a época.
“Sabíamos que não haveria mais desenvolvimento do carro. Praticamente tínhamos o carro do ano passado, que foi adaptado às regras de 2021, mas não funcionou tão bem quanto gostaríamos. E, no entanto, houve momentos em que as coisas correram muito bem, por exemplo, na Turquia”, disse Schumacher, que desvendou a maior lição que teve de aprender no monolugar de Fórmula 1: “Provavelmente na partida. O carro fica extremamente vulnerável. Em Monte Carlo, por exemplo, perde-se quase 100 por cento de downforce. Não se pode imaginar isso quando se é um estreante. Pilotar o carro a toda velocidade nas curvas nos treinos e depois o carro, partida da corrida, seguem em frente na curva. É preciso vivê-lo e aprender com estas situações”.
O piloto explicou ainda a sua forte ligação com Jock Clear, que dirige a Ferrari Drivers Academy, da qual Schumacher ainda é piloto.
“Porque deveria eu passar por isto sozinho? Se houver ajuda disponível ou pessoas que possam ajudar, então faz sentido tirar partido desta ajuda. Jock, com a sua experiência, é uma pessoa a quem recorro sempre que posso. Gosto de obter uma segunda opinião sobre a forma de abordar as coisas”.










