A Mercedes não teve um resultado mau, 5º e 7º, mas face ao que se esperava, foi uma desilusão, que se explica, em parte, pelos problemas que teve com o sobreaquecimento do motor. Tiveram também falta de ritmo com os pneus duros, e ainda assento partido de Hamilton. Desta feita o problema não foi falta de ritmo no carro, que parecia haver antes da corrida, mas todos os pequenos problemas nada habituais na Mercedes. Vamos ver na Arábia Saudita, porque o Bahrein foi uma oportunidade perdida para a Mercedes.
Para Toto Wolff, chefe da Mercedes-Benz Motorsport: “Erramos no nível de refrigeração e isso custou-nos caro. Para resolver o problema, tivemos que fazer muito mais ‘lift and coast’ e perde-se desempenho com os pneus. É uma situação cruel. Precisamos analisar o que fizemos de errado quando demos aos pilotos um carro que não era competitivo o suficiente. Estou ansioso para analisar os dados para ter certeza de que não enfrentaremos mudanças semelhantes na Arábia Saudita.
“No final das contas, temos um carro totalmente novo e estamos ainda a aprendê-lo. Vimos alguns vislumbres de desempenho aqui no Bahrein, mas não conseguimos concretizar isso. De certeza de que podemos construir sobre o que aprendemos e voltamos mais fortes.”
Andrew Shovlin, Diretor de Engenharia de Pista ajudou a explicar um pouco melhor a prestação da Mercedes: “fomos assolados por problemas de sobreaquecimento desde o início, pelo que fomos forçados a administrar durante a grande maioria do Grande Prémio. O que pilotos foram forçados a fazer levou-os a perder temperatura nos pneus. Eles fizeram o possível para lidar com a situação, com o George a tentar defender-se dos pilotos atrás e o Lewis perseguindo os que estavam à frente. No final das contas, P5 e P7 foram provavelmente o melhor que pudemos fazer com os problemas que enfrentávamos.”












