Têm sido muitas as mudanças na F1, mas a Mercedes não parece com pressa de renovar com a sua dupla de pilotos.
Lewis Hamilton e Valtteri Bottas aguardam por novidades quanto ao seu contrato, que termina no final do ano, mas a Mercedes não está com muita vontade de avançar com renovações, numa altura em que a competição está parada.
Lewis Hamilton deverá ser uma escolha óbvia para continuar e agora que Sebastian Vettel está livre em 2021, o alemão poderá servir para a Mercedes baixar um pouco valor do contrato do britânico. Também Valtteri Bottas está sem contrato para 2021 mas no seu caso, a situação parece mais complexa.
As chefias da Daimler gostam da ideia de ter um alemão ao volante de um Mercedes na F1 e a ideia de ter Vettel na equipa agrada muito, segundo os rumores que correm. Do outro lado está a equipa que parece estar inclinada em dar uma oportunidade a George Russell, o jovem britânico que se estreou no ano passado. Russell tem talento e mais que isso, mostrou uma postura impecável que certamente terá agradado à Mercedes. Bottas precisa de mostrar que está em forma e que pode subir o nível e talvez por isso a Mercedes aguarde pelo arranque da época.
“Somos leais aos nossos pilotos atuais e não queremos iniciar as negociações num momento em que a temporada ainda nem começou “, disse Wolff às emissoras alemãs RTL e NTV.
“A ideia de Vettel seria fantástica do ponto de vista alemão, mas devemos permanecer fiéis aos nossos princípios. A lealdade é importante e um dos nossos valores. Conheço Vettel como pessoa, ele é muito direto e tem valores semelhantes aos que eu tenho.“
“Como atleta, ele é quatro vezes campeão mundial, por isso não é necessário discutir seu desempenho.”
Mesmo o futuro de Wolff na Mercedes não está confirmado até o final de 2020, e precisa ponderar não apenas no seu papel como chefe de equipa, mas também como acionista da Mercedes.
“Não se trata apenas de prolongar o meu contrato como chefe de equipa, mas também o que fazemos com essa parceria maior. E é isso que estamos a discutir agora ”, disse Wolff à agência austríaca ORF.










