Niki Lauda faleceu em 2019 e, apesar de ser apenas presidente não-executivo da Mercedes, a sua presença na equipa era mais importante do que se pensava. Toto Wolff admitiu que se sente saudades do mítico austríaco e da forma como trabalhavam.
Poderia pensar-se que Niki Lauda era apenas uma figura de corpo presente na Mercedes, mas a sua importância na estrutura foi confirmada quando o austríaco faleceu, em maio de 2019. Desde essa altura que a força da Mercedes tem diminuído. Coincidência?
“Sentimos saudades do Niki porque [ele] sempre simplificou as coisas para o que realmente importava”, disse o diretor da equipa da Mercedes. Tenho de pensar no que ele teria dito, e como teria posicionado [as coisas]. Nós os dois trabalhámos bem juntos nesse sentido, pois por vezes a simplificação excessiva pode levar-nos diretamente aos resultados”.
Lauda era importante na forma como comunicava para dentro e para fora. Era duro no discurso quando tinha de ser, e expansivo nos elogios nos momentos certos. Mantinha os pilotos motivados e conseguia granjear a harmonia necessária para uma equipa ter sucesso. Com a sua morte, a Mercedes perdeu muito, Toto Wolff perdeu muito. Junta-se a isso as várias saídas da equipa e o inevitável fim de ciclo que sempre acontece e temos agora uma Mercedes menos forte. Lauda desempenhou um papel importante na equipa. Uma figura insubstituível que deixou um vazio que ainda hoje se nota.










