A Mercedes continua a trabalhar para se livrar do porpoising, mas a Red Bull não quer que isso suceda com intervenção da FIA…
Houve vários tipos de dor no GP do Azerbaijão: Charles Leclerc, Carlos Sainz e a Ferrari tiveram de lidar com a dor emocional de corrente dos abandonos, Lewis Hamilton enfrentava a dor física no seu Mercedes enquanto lutava com os saltos (porpoising) em Baku.
Quer se trate do fenómeno do porpoising, quando os monolugares ‘saltitam’ conforme conjugação do downforce com o ar que passa debaixo do carro, ou o saltitar decorrente duma pista citadina, seja como for é desconfortável para os pilotos da Mercedes neste momento, a verdade é que numerosos pilotos falaram sobre o assunto e estão interessados em ter discussões com a FIA, mas as equipas que não sofrem o mesmo nível de ‘porpoising’ sugerem que se trata de uma falha nos desenhos dos carros, pelo que não devem ser feitas concessões.
Por exemplo, os homens da Red Bull não se queixam tanto, dizendo Christian Horner que tem a ver com o refinamento aerodinâmico do carro, o que parece ser o caso.
As longas retas do Canadá podem levar a questões semelhantes este fim-de-semana, onde é provável que consigamos mais exemplos de pilotos que podem enfrentar esse desafio físico. No entanto, quão má é a situação, e que potenciais soluções podem ser postas em prática, são tópicos que continuam a dividir as opiniões.











