A série “Drive to Survive” está a ser um sucesso por mostrar o lado mais escondido da F1 e por permitir uma visão privilegiada dos bastidores da prova. A série da Netflix tem sido alvo de rasgados elogios, permitindo aos fãs da F1 conhecer melhor as lutas pessoais de cada piloto. Além disso, permite a pessoas que não seguem a F1 ter uma porta de entrada para o mundo do Grande Circo, focando-se mais nas lutas pessoais de cada piloto e na visão mais humana do desporto.
A Mercedes e a Ferrari recusaram participar por estarem na luta pelo título. A Ferrari normalmente não costuma abrir as suas portas e a Mercedes achou que seria um motivo de distracção para a equipa, mais ainda vendo que os rivais não participariam também.
Agora a visão da Mercedes parece ser um pouco diferente e Toto Wolff mostrou mais abertura à participação da equipa na segunda temporada:
“Estou aberto a essa possibilidade, assisti aos três primeiros episódios a caminho da Austrália e gostei de algumas das coisas lá e certamente a produção é óptima”, explicou Wolff. “As pessoas competentes da equipa dizem-nos que tem qualidade e dá uma luz completamente diferente sobre a Fórmula 1. A narrativa é interessante e cria histórias que não são as mais óbvias. Não é sobre a Ferrari contra a Mercedes e a parte desportiva talvez não seja a narrativa principal, mas há outras histórias interessantes.”
“Tenho recebido feedback que normalmente não está interessado na Fórmula 1 e eles dizem que é óptimo. Portanto, temos de avaliar se queremos fazer isso ou não ”.
A série ajuda também na visibilidade das equipas e estruturas como a Haas ficaram beneficiadas com a visibilidade que obtiveram. Num mundo que vive do marketing e da exposição, não participar em algo deste género não faz muito sentido, mas com a qualidade e o interesse dos fãs, talvez possamos no futuro ver mais histórias, desta vez com Ferrari e Mercedes também envolvidas.











