A velocidade de Max Verstappen face ao seu colega Daniel Ricciardo em Singapura está explicada. A Renault estreou um novo motor no Grande Prémio de Singapura, mas o piloto holandês é o único beneficiário nesta prova. O construtor francês gastou os três últimos token de desenvolvimento desta temporada.
Cyril Abiteboul, diretor da Renault F1, justificou esta escolha como “natural. Não há preferência nenhuma”. Dada a maior impetuosidade de Verstappen, faz mais sentido que seja o holandês em vez de Ricciardo a usar o motor no Red Bull, já que poderá atingir os limites com mais frequência que o mais experiente australiano. O carro de Verstappen também só vai no quarto motor da época, enquanto Ricciardo já vai no quinto.
A Renault F1 também não beneficiaria muito deste motor, dadas as deficiências do chassis. Jolyon Palmer e Kevin Magnussen ficaram fora do top 10. No entanto, todos os utilizadores de motor Renault recebem de um combustível Total melhorado, que promete “mais de 1% de performance adicional”.











