Pode ser a bomba deste mercado. Max Verstappen tem sido repetidamente associado à Mercedes e do lado dos Flechas de Prata, nem George Russell, nem Toto Wolff têm negado essa possibilidade. As últimas notícias dão conta que a ida de Verstappen para a Mercedes poderá estar cada vez mais próxima.
De acordo com relatos da Sky Sport Itália, Max Verstappen concordou verbalmente em se juntar à Mercedes, tendo dado o sim ao diretor da equipa, Toto Wolff, após negociações concretas. No entanto, a mudança ainda não foi aprovada pela direção da Mercedes.
O futuro de Verstappen na Red Bull tem sido alvo de especulações crescentes devido às recentes dificuldades de desempenho da equipa. A situação intensificou-se depois de ele ter sofrido um grande revés no campeonato ao ser eliminado na primeira volta do Grande Prémio da Áustria pelo estreante da Mercedes, Kimi Antonelli. Esse incidente deixou-o 61 pontos atrás do atual líder do campeonato, Oscar Piastri.
Se Verstappen mudar para a Mercedes em 2026, isso significaria que um dos pilotos atuais — George Russell ou Kimi Antonelli — teria que sair. O contrato de Russell expira no final da temporada atual e o britânico ainda aguarda a renovação, apesar do bom desempenho em 2025.
Toto Wolff confirmou que houve conversas com os representantes de Verstappen, mas sugeriu que a probabilidade da mudança acontecer é baixa. Ele afirmou que a Mercedes tomará uma decisão final sobre a sua formação de pilotos para 2026 durante as férias de verão em agosto. Wolff também expressou que, embora a situação de Verstappen deva ser acompanhada, a Mercedes está satisfeita com a sua formação atual de Russell e Antonelli.
Já Christian Horner, descartou as especulações como sendo apenas ruído. Ele salientou que Verstappen tem contrato com a Red Bull até 2028 e que ambas as partes estão claras quanto à sua posição. Horner deu a entender que qualquer conversa externa sobre uma possível mudança é mera especulação e não algo a que a equipa esteja a dar muita atenção.










Respondendo ao F1 For Fun: Quanto à história do assédio, enquanto o Horner não for julgado e condenado, a (minha) dúvida persiste. Sim, muita gente importante tem saído, mas não consta que tenham encostado os proprietários à parede no “ou eu ou ele”, saíram simplesmente. Contudo, tenho algo a apontar ao Horner, algo que, talvez, tenha tido mais influência na deserção de cérebros, do que o suposto assédio, e tem a ver com a gestão da equipa. Já em fim de vida, Mateschitz estava a negociar com a Porsche, como se deve lembrar. Esta estava interessada em adquirir uma percentagem… Ler mais »
Respondendo ao jo baue (que perdeu as 4 garantias que tinha) 🙂
O “verme”, era arrogante, mas foi ele que tornou a McLaren grande, com ele, Lauda, Prost, Senna, Hakkinen e Hamilton foram campeões, para desgosto dos ferraristas. Quando lhe tiraram o tapete, a McLaren foi ladeira abaixo, só começando a subir quando entrou o Zak Brown.