F1, Mattia Binotto: “Dificilmente teríamos vencido”.
Depois do GP de Monza, têm surgido críticas à forma como a Ferrari jogou a estratégia e como o Safety Car impediu um final de corrida emocionante, com uma luta entre Max Verstappen e Charles Leclerc. Neste último caso, vimos alguma unanimidade, pois, se a corrida tivesse terminado num mini sprint, Verstappen teria provavelmente sido o vencedor.
Confrontados com esta questão, quer Christian Horner, quer Mattia Binotto admitiram que a vantagem estaria sempre do lado de Verstappen, se a corrida fosse retomada:
“Max tinha pneus macios frescos, Leclerc só tinha pneus usados. Também teríamos ganho dessa forma”, disse Horner, citado pela Auto, Motor und Sport. Binotto também concordou. “Dificilmente teríamos vencido sobre Verstappen, mesmo num sprint curto”.
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Frenando_Afondo™
12 Setembro, 2022 at 21:32
É verdade, com um RB que é um mega-carro com motor de foguete não há muito que podiam fazer. Mais uma temporada que a Ferrari perde o comboio do desenvolvimento do monolugar.
Pedro Ferreira
12 Setembro, 2022 at 22:02
Mais uma ajudasinha vinda de
“cima”, mesmo sem ele precisar. A FIA quer obrigar o Super Max a ser campeão á força. Por este andar no próximo ano dão-lhe a taça no final da primeira corrida.
Vergonhoso.
Speedway
13 Setembro, 2022 at 10:50
A Ferrari deu um salto do ano passado para este ano com o novo regulamento. Começou bem. mas tem vindo a perder algo de competitividade.A FIA acaba por ter um papel decisivo nisto tudo,porque,como disse o Binotto,”gastamos muito dinheiro, talento e tempo, em resolvermos os problemas ténicos que o novo regulamento colocou, nomeadamente as oscilações verticais, e de repente a FIA muda as regras e resolve no papel esse problema, favorecendo aqueles que erraram e não conseguiram fazer um carro bem adaptado aos novos regulamentos”. Particularmente um team em especial,que, por essa via administrativa, viu-se promovido ao topo e mesmo a poder bater a Ferrari nos construtores e nos pilotos ! Justo isto ? Acho que não.
Scirocco
13 Setembro, 2022 at 11:33
A dupla MV / RB é actualmente excepcionalmente dificil de bater. Dentro de um carro acima dos outros em termos de desenvolvimento (daí o prémio que se dá justamente para os construtores) temos um piloto muito acima da média. Acresce o facto do 2º piloto (infelizmente para a RB) estar bastante longe do rendimento do Max.
Esta situação não é nova e já o tinhamos vivido durante 4 anos em que o LH/MB marcaram a diferença exactamente pelos mesmos motivos, e em que as prestações do outro piloto, VB, foram sempre em média muito abaixo do LH.
Juntem um carro excepcional a um Piloto não menos excepcional e o resultado terá sempre estes contornos.
Quanto á excessiva valorização do carro ou do piloto dependendo do ano em análise, dependerá sempre das preferências dos avaliadores/foristas por este ou por aquele piloto.
Uma ultima palavra para a Ferrari. Esta têm potencial mecânico e humano (financeiro nunca deixou de o ter) para voltar a ser campeã, seja em construtores e/ou pilotos. Claramente este ano não estavam preparados para isso como equipa e os próprios pilotos ainda estão a limar algumas arestas (não lhes falta velocidade no entanto)