O fim da produção de unidades motrizes da Renault não é um sinal de que o projeto está também em vias de ser terminado. A garantia é dada pelo CEO da Renault, Luca de Meo.
A Renault decidiu deixar de produzir motores de Fórmula 1 após a temporada de 2025 devido a razões financeiras. Luca de Meo fez as contas e entre gastar 200-250 milhões de euros por ano para fabricar unidades motrizes, ou menos de 20 milhões para comprar motores à Mercedes, a escolha pareceu óbvia. Apesar do fim da produção de motores, De Meo enfatizou que a Alpine, a equipa de F1 da Renault, não está à venda, chamando-lhe uma “joia de família” essencial para a credibilidade da marca Alpine.
De Meo também esclareceu que o antigo patrão da Renault, Flavio Briatore, foi contratado para revitalizar a Alpine e não para facilitar uma venda e reiterou que a permanência no desporto traz um valor de marketing significativo.
“Li algures que Flavio Briatore foi encarregado de organizar o projeto para eventualmente vender a equipa. É completamente falso. De quinze em quinze dias recebo telefonemas de financeiros, excêntricos, que querem entrar na F1. Eles sabem que depois de 2026 será muito mais caro. Não me vou vender, não sou estúpido. Estar na F1 é essencial para a marca Alpine. Estamos num clube fechado. Dá credibilidade à marca junto dos adeptos do automobilismo. Não precisamos de dinheiro”.










