A Williams optou pelo jovem piloto norte-americano Logan Sargeant para substituir Nicholas Latifi na próxima época. Na altura do anúncio da equipa, Sargeant tinha ainda uma última ronda da Fórmula 2 para disputar e teria que terminar dentro dos cinco primeiros, além de ter estado aos comandos do FW44 em treinos livres para somar mais pontos, para obter a superlicença necessária para poder competir na Fórmula 1. O piloto admitiu que o facto de ter de obter a superlicença foi um fardo que carregou em Abu Dhabi, na derradeira jornada da F2, sentiu menos pressão do que o esperado. “Acho que estava a tentar encontrar um equilíbrio entre risco e recompensa”, disse Sargeant. “E na verdade não foi tanta a pressão quanto eu esperava, porque no fim de semana eu estava ciente do que estava em jogo e estava confortável com isso”. O jovem norte-americano, que conseguiu fechar o ano no quarto posto da classificação, afirmou que sabia que conseguiria o seu grande objetivo se mantivesse o mesmo desempenho que demonstrou durante o resto da época.
O piloto que terminou no terceiro posto do Grande Prémio de Macau de 2019, considera ter tido “uma temporada de estreia muito forte com a Carlin e, às vezes, podemos não ter trabalhado tão bem quanto poderíamos, mas acho que o ritmo que mostramos foi muito forte e terminamos bem o campeonato”. Em 2021, Sargeant já tinha competido na F2, mas apenas em três corridas na ronda da Arábia Saudita, depois de ter sido confirmado como piloto da academia da Williams em outubro desse ano.










